Estamos perante um caso de mera afirmação política? Trata-se de um problema financeiro do partido, à semelhança de tantas empresas em todo o mundo, que não quer dispensar a receita da Festa do Avante, num ano economicamente negativo? Seja qual for a razão, a imposição da Festa do Avante é algo que não seria consentido a qualquer empresa ou vulgar cidadão.
A nova política da Fed, anunciada por J. Powell, será tolerar uma inflação mais alta para estimular o crescimento e o emprego. A meta continuará a ser uma subida de 2%, mas no longo prazo, admitindo curtos períodos durante os quais a subida geral de preços possa ser superior.
Com Trump, a política americana para o Médio Oriente mudou, no sentido de um apoio total a Netanyahu e um conflito aberto contra o Irão. As perspetivas de paz na região tornaram-se mais sombrias.
A questão sobre o facto da vacinação ser de caracter opcional ou obrigatório tem vindo a ser discutida numa perspetiva ética por diferentes autores. De facto, a lógica da vacinação está menos centrada no bem individual e mais focada no bem comum.
O PCP, depois do divórcio atribulado nas últimas legislativas, parece que ficou vacinado e já disse, alto e bom som, que votará caso a caso o que lhe parecer, pese embora sem “reservas mentais”. É preciso não conhecer o PCP para pensar que a festa do Avante pode servir para lhe comprar o “sim”.
Tanto quanto se sabe, e apesar da pandemia que dificulta obviamente todo o processo, as negociações estão a decorrer e não há para já indicação que não se possa chegar a acordo. Para Portugal, estas negociações são da maior importância, dado o valor do nosso comércio com o Reino Unido.
Em Portugal, hoje em dia, há mais liberdade para uma criança recusar o sexo com que nasceu, do que para recusar os conteúdos eminentemente ideológicos que o Estado lhe pretende impor na escola. Faz sentido?
Os meios sérios de comunicação social rejeitaram sem hesitações uma prática proibida pelo código deontológico dos jornalistas – a divulgação de algo cujo acesso não foi legal. Mas o caso também confirmou a impaciência do primeiro-ministro perante quem dele discorda ou faz perguntas “inconvenientes”.
A hipótese de A. Navalni ter sido vítima de um envenenamento é negada pelas autoridades russas, mas é vista como provável por muitas pessoas e entidades,incluindo o hospital alemão onde se encontra internado. Veja-se a história pessoal de Putin e a história do comunismo soviético.