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  • Páscoa sem missa? Há cristãos no mundo para quem isso é o normal

    Páscoa sem missa? Há cristãos no mundo para quem isso é o normal

    Catarina Martins Bettencourt, da Ajuda à Igreja que Sofre, vê esta pandemia como uma oportunidade para os portugueses se identificarem com aquilo que é vida dos cristãos perseguidos em várias partes do mundo, desde a Síria até à Venezuela.
  • Paulo Gonçalves - proprietário do Café “O Paulinho” em Belém

    Paulo Gonçalves começou esta quarentena por vender à porta do Café em regime "take away" e depois percebeu que era preciso dar apoio aos mais idosos e aos vizinhos e passou a distribuir porta a porta algumas mercearias, leite e pão, até o jornal. A quarentena passou a quaresma, o trabalho a voluntariado. O seu Domingo de Páscoa, será pela primeira vez vivido a fazer entregas e serviço pelos outros. No fundo a levar alguma da alegria da Páscoa a quem mais precisa.
  • Jorge Madureira Nunes - trabalha em seguros e na gestão de condomínios

    Jorge Madureira Nunes, de Lisboa, trabalha em seguros e na gestão de condomínios mas, durante este tempo, sentiu que faltava alguma coisa. Então viu um anúncio com um pedido do batalhão onde cumpriu serviço militar e alistou-se como voluntário "para o que for preciso". Não podia ficar de braços cruzados. Se não for chamado diz que vai passar a Páscoa naturalmente em família, mas desta vez só com o seu pequeno núcleo familiar de 3 pessoas.
  • Bruno Nifo - trabalha numa Farmácia

    Bruno Nifo trabalha na farmácia da família em Algés. Tem feito nestes dias um trabalho que nunca tinha feito antes: tem andado de carro a fazer entrega de medicamentos diretamente em casa dos clientes. É um trabalho que encara como missão neste tempo de quarentena e quaresma. Espera contribuir para a saúde e para o bem de todos. Esta será uma Páscoa vivida só com a mulher e os 4 filhos, num núcleo mais reduzido, pois costumam correr toda a família nestes dias, de casa em casa… Mas será "vivida de certeza com muito amor", diz ele, "tal como esta quadra e este tempo diferente nos pedem".
  • Fique em casa? Brisa admite pedir indemnização ao Estado

    Covid-19

    Fique em casa? Brisa admite pedir indemnização ao Estado

    A empresa gere a maior rede de autoestradas queixa-se de quebra no tráfego por causa da pandemia e do estado de emergência daí decorrente.
  • Nuno Carocha - Polícia de Segurança Publica

    Nuno Carocha é Intendente da Polícia de Segurança Publica e porta-voz da PSP. Deixa a família todos os dias em casa, em quarentena, para ir trabalhar pois assim exige a sua profissão. Este ano tudo será muito diferente para a sua família, habituada a manter fortes tradições nesta quadra pascal. Desta vez, porque vivemos este tempo de contradições, não poderão estar próximos fisicamente. Vai ser preciso adaptarem-se e, como tantas famílias portuguesas, celebrar à distância.
  • Raquel Cohen - Farmacêutica

    Raquel Cohen é Diretora Técnica na Farmácia Nifo em Algés. Não parou de trabalhar porque não podem faltar medicamentos a quem mais precisa. Esta Páscoa será passada pela primeira vez em casa a sós com os 7 filhos. São muitos mas mesmo assim muito menos do que costumam ser quando se junta toda a familia. Vão fazer tudo o que puderem para não falhar as celebrações. E no Domingo vão tentar viver a Páscoa de Jesus como deve ser: com festa, alegria e união.
  • Vítor Primo - Comandante dos Bombeiros

    Vitor Primo é Comandante dos Bombeiros Sapadores e Protecção Civil de Vila Nova de Gaia. Nestes dias coordena uma vasta equipa de pessoas. Muitos deles não estão com as famílias há semanas. Embora estejam habituados a passar datas festivas e religiosas longe de casa, nunca foi como agora. Esta Páscoa será muito diferente. Mas apesar de tudo é preciso manter a esperança e com certeza esta será uma passagem, que todos vamos viver e ultrapassar juntos.
  • Alfredo Sendim - agroecologista

    Gere a Cooperativa de Usuários do Freixo do Meio no Alentejo. Na Herdade nunca pararam de trabalhar. A grande mensagem desta Páscoa vivida em quarentena, para ele, é percebermos de uma vez por todas que somos todos um: a natureza, nós e os outros. Temos que cuidar de nós, de todos, deste planeta que habitamos.
  • Manuel Marques - pescador na Póvoa do Varzim

    Diz nunca ter vivido nada assim em 30 anos de pesca e até já pensa duas vezes antes de ir para o mar. Mas diz também ter um dever cívico para com os portugueses: o de colocar peixe fresco no mercado todos os dias. E por isso não pode parar de pescar. Esta Páscoa será muito diferente: não haverá missa de Páscoa nem Compasso na rua… Ou o cheirinho da hera fresca espalhada pelo chão. Serão só 4 em casa. Ainda assim não estarão sós…