O acordo de Bruxelas sobre o programa de recuperação económica e a possibilidade de encerramento de fronteiras entre França e Espanha por causa da pandemia são alguns dos temas desta edição.
O plano de recuperação acordado num dos Conselhos Europeus mais longos da história e o quadro plurianual foram os temas em destaque no “Casa Comum” desta semana, com o social-democrata Paulo Rangel e o socialista Francisco Assis.
A questão da qualidade dos empreendimentos que o dinheiro europeu permitirá lançar é vital para a nossa economia. O risco óbvio é que grande parte do dinheiro de Bruxelas vá para os “amigos”.
Foi o Tratado de Roma em 1957 que lançou as bases para o mercado comum. Actualmente, ainda subsistem entraves ao funcionamento do mercado único, existem disparidades fiscais e sociais, mas o espaço de livre circulação é genericamente considerado um dos êxitos da União Europeia.
A UE não parece capaz de ultrapassar as sucessivas dificuldades em que se encontra envolvida desde o fim da guerra fria. Com Angela Merkel em fim de carreira, não se vislumbra na Europa comunitária quem possa liderar as mudanças necessárias para reformar a UE.
A China tem hoje um regime dito comunista, que é sobretudo uma réplica atual dos regimes ditatoriais do seu passado. Tradicionalmente os chineses aceitam obedecer aos poderosos. A democracia e as suas liberdades são estranhas à cultura chinesa.