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Guerra na Ucrânia

David Beckham cede Instagram a médica de Kharkiv

21 mar, 2022 - 15:26 • Ricardo Vieira

Estrela do futebol utiliza as suas redes sociais para mostrar ao mundo o "trabalho incrível que Iryna e profissionais de saúde como ela estão a fazer para salvar vidas na Ucrânia". Beckham apela a donativos para a UNICEF.

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O antigo futebolista inglês David Beckham cedeu a sua conta de Instagram, com mais de 70 milhões de seguidores, a uma médica de Kharkiv, na Ucrânia.

"Hoje entrego os meus canais sociais a Iryna, a chefe do Centro Perinatal Regional em Kharkiv, na Ucrânia, onde ela ajuda mães a dar à luz", anunciou a estrela do "desporto rei", numa mensagem publicada esta segunda-feira.

"Aceda aos destaques da minha história para saber mais sobre o trabalho incrível que Iryna e profissionais de saúde como ela estão a fazer para salvar vidas na Ucrânia", sublinha David Beckham.

O antigo internacional inglês, de 46 anos, que brilhou em clubes como Manchester United e Real Madrid, apela á solidariedade, através de donativos para a UNICEF, para ajudar a missão de pessoas como a médica Iryna.

A iniciativa de David Beckham é conhecida no dia em que um tribunal de Moscovo interditou as redes sociais Facebook e Instagram na Rússia, alegando que desenvolvem "atividades extremistas", noticiaram agências de notícias russas.

"Aceitamos um pedido da Procuradoria para interditar as atividades da empresa Meta”, proprietária do Facebook e do Instagram, declarou a juíza.

Os serviços de segurança russos (FSB) exigiram a “interdição imediata” das redes sociais, no primeiro dia de um processo por “atividade extremista”, no contexto da repressão reforçada após a ofensiva na Ucrânia, iniciada a 24 de fevereiro.

Pelo menos 925 civis morreram e cerca de 1.500 ficaram feridos na Ucrânia desde o início da invasão das forças armadas da Rússia.

É a mais recente atualização avançada pela agência dos Direitos Humanos das Nações Unidas, mas os números poderão ser bem maiores.

O número de cidadãos ucranianos que fugiram do país devido à invasão russa alcançou os 3,48 milhões, segundo dados também divulgados hoje pelo Alto Comissariado da ONU para Refugiados (ACNUR), referindo que a maioria são mulheres, crianças e idosos.

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