Amazónia, líderes imprevisíveis e protestos. O que esperar da Cimeira do G7

23 ago, 2019 - 15:31 • Joana Bourgard , com Reuters

O primeiro-ministro francês, anfitrião da 47º Cimeira do G7, pediu aos países que a situação na Amazónia fosse discutida na reunião, um apelo criticado por Bolsonaro que o intitulou de "colonizador". Vários líderes das principais potências económicas do mundo atravessam fases críticas na vida política. Donald Trump e Boris Johnson sofrem de falta de credibilidade ao ponto de alguns considerarem esta cimeira como sendo do "G5". O primeiro-ministro italiano demitiu-se esta semana e Angela Merkel vê a sua influência diminuída ao não se recandidatar. Mais de 13 mil polícias estão destacados para o encontro e pelo menos 2.000 pessoas já estão em Biarritz para participar em protestos.
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.