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Estragos do mau tempo

Cheias. Oeiras começa a pagar apoios a partir de 15 de janeiro

15 dez, 2022 - 09:54 • Tomás Anjinho Chagas , Joana Azevedo Viana

Se todos os municípios entregarem contagem de prejuízos até ao final do ano, Governo poderá "também até ao fim do ano aprovar montante e instrumentos através dos quais pode dar esses apoios", indica ministra da Presidência.

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O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, assegurou esta quinta-feira que o concelho vai começar a pagar apoios aos comerciantes e moradores afetados pelas cheias e o mau tempo já a partir de 15 de janeiro.

"O nosso calendário é a Câmara começar a pagar as indemnizações que tem a pagar a partir de 15 de janeiro", indicou Isaltino aos jornalistas esta manhã, durante uma visita à baixa de Algés, acompanhado da ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva. "Acontece que, com esta réplica de terça-feira, estamos a fazer uma nova avaliação."

O autarca de Oeiras indica que o mau tempo terá causado pelo menos 5 milhões de euros em prejuízos só em infraestruturas municipais, mas não deixa de elogiar a resposta ao temporal, nomeadamente nos trabalhos de limpeza.

"Não podemos criticar nada da resposta. Pensei que teríamos milhões e milhões de prejuízo, mas depois dos trabalhos de limpeza verificou-se que não seriam tantos. Esperava que fosse mais, tendo em conta a dimensão do fenómeno", indicou o autarca.

Depois de ontem ter estado no concelho de Loures, hoje Mariana Vieira da Silva esteve de visita a Oeiras, na zona de Algés, a mais afetada pelo mau tempo que atingiu a Grande Lisboa na passada terça-feira e também na quarta-feira da semana passada.

Pressionada sobre quando é que vão chegar os apoios para as famílias afetadas pelas cheias, em particular para aqueles que ficaram desalojados, a ministra da Presidência garantiu que até ao final do ano o montante estará fechado.

"Podemos acreditar nos nossos olhos quando vemos as imagens, mas para atribuir apoios precisamos de algo mais. Hoje há uma reunião na CCDR e a nossa expectativa é que, conseguindo todos os municípios, até ao fim do ano, entregar-nos os prejuízos, podermos também até ao fim do ano aprovar não só o montante mas principalmente os instrumentos através dos quais podemos dar esses apoios."

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