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Contenção, diálogo e planeamento. Reveja a conferência na íntegra

31 mai, 2019 - 14:15 • Redação

As ideias, o programa, as declarações e as fotografias. Tudo sobre a I Conferência Bola Branca, que vai promover a discussão sobre como melhorar o futebol português.

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O que se passou antes



Ao longo da sua história, a Renascença acompanhou todos os grandes momentos do futebol português através da marca Bola Branca. Num momento de particular crispação na indústria do futebol em Portugal, a Renascença lança o desafio aos principais agentes do futebol profissional português a apresentarem propostas concretas para mudar esse clima, fomentando um debate construtivo.

Que futebol queremos para Portugal?”, a primeira Conferência Bola Branca, decorre entre as 9h00 e as 18h30, no auditório da Renascença. Têm a palavra os agentes da indústria, contrapondo argumentos para contribuir positivamente para melhorar o futebol português.

O desafio foi lançado pela Renascença e acolhido por várias instituições e personalidades com responsabilidades no futebol. João Paulo Rebelo, secretário de Estado do Desporto e Juventude, dará o pontapé de saída neste jogo sobre o jogo.

Sónia Carneiro e Helena Pires, da Liga Portugal, têm a organização a seu cargo e vão abordar o presente e o futuro das competições profissionais. E ao falarmos de futuro iremos dedicar atenção à formação, com José Couceiro, diretor técnico da Federação Portuguesa de Futebol, Pedro Mil-Homens, diretor geral do Centro de Formação e Treino do Benfica, e Tomaz Morais, do departamento de Formação e Liderança do Sporting.

Os antigos internacionais portugueses, Nuno Gomes, Maniche e Marco Caneira darão o seu contributo, orientados por Rui Vitória e José Peseiro. Tudo apitado por João Capela e Duarte Gomes, com as associações de classe representadas pelos seus líderes: Joaquim Evangelista, José Pereira e Luciano Gonçalves.

O debate será enriquecido com representantes de Benfica e Sporting, com jornalistas, comentadores, agentes e especialistas em direito desportivo. A uma conferência que não podia faltar a "Tertúlia Bola Branca", com Domingos Paciência, Olivier Bonamici, Pedro Azevedo e a participação especial de Ribeiro Cristóvão.



PROGRAMA

09h00 | Boas-vindas, Pedro Leal, Diretor Geral Renascença

09h05 | Abertura, João Paulo Rebelo, Secretário de Estado da Juventude e Desporto

09h20 | O futuro do Futebol português. Sónia Carneiro, Diretora Executiva Coordenadora da Liga Portugal

09h40 | As propostas do Sport Lisboa e Benfica. Varandas Fernandes, Vice-Presidente SL Benfica

10h00 | Competições profissionais num novo Futebol. Helena Pires (Diretora Executiva Competições Liga Portugal), Lúcio Correia (Professor Direito Desporto Universidade Lusíada) e Luis Vilar (Diretor FCSD Universidade Europeia)

10h50 | Pausa para café

11h00 | Formação: uma aposta para continuar? Pedro Mil-Homens (Diretor Geral Centro Formação e Treino SL Benfica), Tomaz Morais (Departamento Formação e Liderança Sporting CP) e José Couceiro (Diretor Técnico Nacional FPF)

12h00 | Tertúlia Bola Branca. Domingos Paciência, Olivier Bonamici, Ribeiro Cristóvão e Pedro Azevedo

12h40 | Palavra ao Mister: José Peseiro

13h00 | Pausa para almoço

14h30 | As propostas do Sporting Clube de Portugal. Rahim Ahamad, Conselho Diretivo Sporting CP

14h50 | Banco de Ideias. Joaquim Evangelista (Presidente Sindicato Jogadores) e José Pereira (Presidente Associação Treinadores)

15h20 | O contributo de ex-jogadores internacionais. Nuno Gomes, Maniche e Marco Caneira

16h00 | O que mudar na Arbitragem. João Capela (Árbitro Internacional), Duarte Gomes (Ex-Árbitro ) e Luciano Gonçalves (Presidente APAF)

17h00 | Pausa para café

17h15 | Como mudar o Futebol português. Emanuel Calçada (Secretário Geral Associação Agentes Futebol), Pedro Henriques (Comentador e Ex-Jogador) e José Carlos Freitas (Jornalista)

18h00 | Palavra ao Mister: Rui Vitória

18h30 | Encerramento

Comentários
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  • Fátima Almeida
    03 jun, 2019 13:16
    Concordo muito com Olivier Bonamici, acho que é muito importante os órgãos de comunicação fazerem entre eles uma introspecção do estado a que chegámos, muito por culpa própria. Antes do próximo início de época seria ideal. Também não é aceitável os insultos que se fazem a treinadores, jogadores sobre a sua vida e as suas capacidades de trabalho. Muitas vezes até da parte de jornalistas e comentadores desportivos .
  • 03 jun, 2019 12:54
    Devido á minha vivência de anos nas DIVERSAS ÁREAS da Sociedade fui adquirindo o chamado RACIOCÍNIO RÁPIDO. Pelo que vou lendo em cima, se calhar o meu comentário feito no sábado teve razão de ser, NÃO?. Até logo.
  • Luis
    03 jun, 2019 Lisboa 11:19
    Olá bom dia! O volume do audio do direto (Youtube) está muito baixo... Bom trabalho! Excelente iniciativa ;)
  • João José Rito Gomes
    03 jun, 2019 Souto Sabugal 11:08
    Para melhorar o futebol Português, sou de opinião que deveriam ser nomeados 2 videoárbitros anónimos. Não sendo identificados, estes tomariam as maiores decisões e mais polémicas sem o risco de serem ameaçados, tanto eles como as respetivas famílias. Um deles mais focado nas faltas cometidas e outro mais nos fora de jogo. Cumprimentos
  • antonio santos
    02 jun, 2019 15:45
    Convém também lembrar que a mudança deverá incluir os jornalistas, que, eles próprios têm contribuído de sobremaneira para a continuidade desta lamaçal, desta pocilga, em que se tornou o futebol em Portugal, onde um clube chafurda completamente à vontade e à margem da lei.
  • César Augusto Saraiva
    01 jun, 2019 Maia 17:01
    O meu contributo, ao Bom Cuidado do Sr. Ribeiro Cristóvão e/ou do Sr. Pedro Azevedo - Senhores do Futebol, que muito estimo e admiro: Acho que se podia aproveitar a oportunidade para reverem a classificação, mais concretamente quanto aos pontos a atribuir em caso de vitória, empate ou derrota. Não é justo que se atribua zero (0) ponto a um clube que perde e 1 ponto a dois cubes que empatam a zero em golos. Se o perdedor leva zero ponto, porque não marcou golo algum, e o vencedor leva 3 pontos porque marcou golo ou golos, porquê que dois clubes que empatam a zero hão-de levar 1 ponto cada se também não marcaram golo algum, tal como o clube que perdeu?! Não é justo! Se é para premiar o esforço em campo, também se devia premiar o clube perdedor que também se esforçou e deu o seu melhor em campo. Assim sendo, a minha sugestão é a seguinte: Vitória; 3 pontos, ou mesmo 4. Empate com golos; 2 pontos. Derrota ou empate sem golos; 1 ponto. Espero e agradeço que apresentem esta sugestão a quem de direito, a Bem do Futebol!...
  • 01 jun, 2019 12:51
    " RR/BOLA BRANCA " vai propor em debate a melhoria do Futebol Português. O ainda Presidente da LPFP vai propor-se a acabar com o clima de CRISPAÇÃO reinante no FUTEBOL PORTUGUÊS. Muito sinceramente, aplaudo por um lado, mas por outro não posso deixar de dizer o seguinte: ao longo destes últimos anos tenho, por vezes, dito que o futebol em Portugal está a tomar um RUMO nada aconselhável e que quem LIDERA terá de parar para pensar e refletir. Com esta conferência, penso que nada VAI MUDAR mesmo que as vontades sejam contrarias. E porquê? Porque os Intervenientes são SEMPRE os mesmos. Vejamos, quando antes do célebre dia 25 os Intervenientes nas reuniões que deram origem a esse facto fossem os mesmos que LIDERAVAM na altura, esse feito não tinha tido efeito. Foi preciso chegar Gente de fora da Estrutura existente para a mudança ser uma REALIDADE. As Pessoas devem saber como e quando devem SAIR. Por um lado a LIGA não consegue ESTANCAR as declarações prestadas pelos Presidentes fora dos MEIOS corretos. Por outro a FEDERAÇÃO ( CA ) não consegue fazer a MUDANÇA RADICAL que deve ser feita na ARBITRAGEM. É, talvez, o momento para alguém dizer que esta MENTALIDADE na ARBITRAGEM já está em desuso. Hoje, mais e melhor o RECRUTAMENTO de novos elementos para a Arbitragem tem de ser feito numa FONTE. Claro que já deveria ter sido feito, mas se não forem por aí, iremos ter sempre este CLIMA. Também não é aqui que vos vou indicar o CAMINHO, mas se não forem por aí, não sairão do LABIRINTO.
  • antonio santos
    31 mai, 2019 16:42
    O que queremos mesmo é um futebol limpo, sem padres, sem missas e sem cartilheiros a distorcer a verdade e a coagir e condicionar. Tem sido este o nosso futebol, infelizmente.
  • Petervlg
    31 mai, 2019 Trofa 14:24
    Acabem com as claques, e o futebol fica bastante melhor Acabem com esse negócios de intimidação

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