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Pedrógão, um mês depois. Sobreviver depois de perder quase tudo

17 jul, 2017 - 06:30 • João Carlos Malta , Joana Bourgard

Ti Rosalina da Figueira ficou sem casa, Sandra tenta aguentar os 50 postos de trabalho de uma fábrica em escombros, Maximiano perdeu o pai e a mãe. Um mês depois do fogo que transformou em negro o verde de Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e de Figueiró dos Vinhos, o que mudou na vida das pessoas? Quase tudo.
Entrevista

António Pinho Vargas. "As pessoas a fazer música são aquilo que me mantém vivo"

Aos 65 anos, o músico e compositor lança o seu 13.º disco, “Magnificat | De Profundis”. Em entrevista, fala das paixões pela História e pelo piano, da política cultural e da subalternidade histórica da música portuguesa.
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