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Orquestra de Câmara de São Petersburgo abre o 1.º Bragança ClassicFest

30 set, 2021 - 16:29 • Maria João Costa

Colocar Bragança no mapa da música erudita é um dos objetivos da primeira edição do Bragança ClassicFest que abre sexta-feira, Dia Mundial da Música e decorre até 10 de outubro. A direção artística é do pianista Filipe Pinto-Ribeiro.

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Celebrar o Dia Mundial da Música a ouvir música é a proposta do novo festival que acaba de nascer em Bragança. O Bragança ClassicFest decorre até ao próximo dia 10 de outubro e pretende colocar a região “na rota da música erudita” e atrair público para a música clássica. Com direção artística do pianista Filipe-Pinto Ribeiro, o festival abre com a Orquestra de Câmara de São Petersburgo.

Este festival internacional abre com um concerto gratuito, no dia 1 de outubro às 21h00 que vai juntar no Teatro Municipal de Bragança, a Orquestra de Câmara de São Petersburgo e Filipe Pinto-Ribeiro, com a direção musical de Juri Gilbo. Serão interpretadas obras de Carlos Seixas, Mozart e Tchaikovsky.

A orquestra que viaja da Rússia, irá também subir ao palco do Teatro de Bragança, no dia seguinte, a 2 de outubro, para um concerto às 21h00 em que serão interpretadas “As Quatro Estações”, de Vivaldi. Aqui a orquestra será acompanhada pela violinista Diana Tishchenko.

Em entrevista ao programa Ensaio Geral da Renascença, João Cristiano Cunha, diretor do Teatro Municipal de Bragança explica que é a oportunidade, não só de ouvir um grande clássico, mas também de ver uma “Rising Star” como a interprete Diana Tischenko.

O programador explica que este festival quer “oferecer aos Bragantinos e aos Transmontanos, e a todos os que visitam Bragança a oportunidade de fruir da cultura”. João Cristiano Cunha fala mesmo em “democratização e descentralização cultural” com este festival de carater internacional a chegar ao norte do país.

O festival tem também palco o património da cidade. Exemplo disso é a Sé de Bragança que acolhe o concerto de domingo, dia 3 de outubro, às 16h30, onde haverá um concerto de violino a solo, com obras de Bach e Ysaÿe, a cargo de Diana Tishchenko.

Na semana seguinte, a aposta é num programa diferente. Logo no dia 8, às 21h00, o Teatro Municipal de Bragança celebra os 100 anos do nascimento de Astor Piazzolla num espetáculo com Héctor Del Curto – antigo aluno do mestre do Tango – e Karen Gomyo no violino. Esta interprete irá tocar o seu famoso violino “Stradivarius Aurora, de 1703”.

Cristiano Cunha que fala num “elenco de luxo” neste concerto diz que está presente “a linha da frente dos músicos mundiais”. A estes artistas juntar-se-ão também Adrián Fioramonti na guitarra elétrica, Tiago Pinto-Ribeiro no contrabaixo, Rosa Maria Barrantes no piano e Rubén Peloni na voz.

Para continuar a celebra Piazzolla, o Bragança ClassicFest contará ainda no dia 9, Às 21h00, no Teatro Municipal de Bragança com a apresentação da ópera Maria de Buenos Aires, composta por Astor Piazzolla, com libreto de Horacio Ferrer. Nos principais papeis estarão Ana Karina Rossi e o tenor Rubén Peloni.

Mantendo a aposta em levar a música a diferentes monumentos, e numa parceria com a Diocese de Bragança, o festival encerra no domingo, dia 10 às 16h30, com um concerto na Igreja da Santa Maria, na Cidadela de Bragança, com o pianista Filipe Pinto-Ribeiro, o violino de David Castro-Balbi, Francisca Fins na viola, Kyril Zlotnikov no violoncelo, Tiago Pinto-Ribeiro no contrabaixo em que serão interpretadas obras de Dvořák e Schubert.

A primeira edição do Bragança ClassicFest é organizada pelo Município de Bragança, Teatro Municipal de Bragança e DSCH Associação Musical.

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