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​Incêndios. Mais de 100 militares apoiam trabalhos de rescaldo na Covilhã

19 ago, 2022 - 11:18 • Carla Caixinha

Em 14 dias, as chamas consumiram 26 mil hectares de mato e floresta, segundo os dados do Sistema Europeu de Informação sobre Incêndios florestais.

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Foto: Exército
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Foto: Exército

Os trabalhos de rescaldo e vigilância do pós-incêndio na localidade de Teixoso, na Covilhã, estão a ser apoiados por seis pelotões do Exército, num total de 114 militares.

Uma nota enviada à redação refere ainda que na mesmo local, um destacamento de engenharia, com uma máquina de rasto, prossegue os trabalhos de apoio à abertura de caminhos que facilitem o acesso dos operacionais, bem como a criação de faixas corta-fogo para evitar que as chamas se propaguem.

“Estes trabalhos estão a ser desenvolvidos na sequência de um pedido da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) ao Estado-Maior-General das Forças Armadas”, refere o texto.

O Governo vai reunir-se na segunda-feira com os presidentes de câmara dos cinco concelhos mais afetados pelas chamas, com o objetivo de aferir os prejuízos causados e "estabelecer as medidas necessárias de apoio".

De acordo com informação transmitida à agência Lusa por fonte do gabinete da ministra da Presidência, esta reunião, na qual estarão presentes vários ministros, vai acontecer pelas 10h00em Manteigas (distrito da Guarda).

A serra da Estrela foi afetada por um incêndio que deflagrou no dia 6 de agosto em Garrocho, no concelho da Covilhã (distrito de Castelo Branco) e foi dado como dominado no sábado, dia 13, mas sofreu uma reativação na segunda-feira. Foi considerado novamente dominado na quarta-feira à noite.

As chamas estenderam-se ao distrito da Guarda, nos municípios de Manteigas, Gouveia, Guarda e Celorico da Beira, e atingiram ainda o concelho de Belmonte, no distrito de Castelo Branco.

Em 14 dias, as chamas consumiram 26 mil hectares de mato e floresta, segundo os dados do Sistema Europeu de Informação sobre Incêndios florestais.

Um grupo de seis autarcas exige a declaração do "estado de calamidade para toda área do Parque Natural da Serra da Estrela".


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