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Carris Metropolitana. Arranque da anunciada "revolução nos transportes" em Lisboa pode ser adiado

22 jun, 2022 - 07:05 • João Cunha

Falta de autocarros e de formação a motoristas pode empurrar de julho para o final do ano o funcionamento a 100% de todas as áreas. Para já, na área 4, que engloba os municípios de Setúbal, Palmela, Moita, Montijo e Alcochete, os horários e carreiras da antiga empresa que funcionava naqueles concelhos, a Transportes Sul do Tejo, vão manter-se até ao final deste mês.

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O arranque da Carris Metropolitana na Grande Lisboa pode não vir a acontecer a 1 de Julho, como estava previsto.

A possibilidade foi admitida à Renascença por um dos administradores da Transportes Metropolitanos de Lisboa, detentora da Carris Metropolitana. "Ainda é possível que o arranque em algumas áreas seja adiado. À data de hoje, alguns operadores ainda têm fortes interrogações sobre vários elementos, e isso pode fazer com que a operação não arranque", reconhece Rui Lopo.

Acrescenta que alguns operadores ainda esperam autocarros, "na casa das centenas, e pode não ser possível garantir esse fornecimento em tempo útil". Por isso, "é provável que o processo possa ser adiado".

E mesmo depois de decidido o dia de arranque, a operação em algumas áreas pode não ocorrer na sua total capacidade, pois esta só deverá estar reunida daqui a seis meses, ou seja, no início do ano que vem. "Pode dar-se esse caso por um conjunto de limitações, particularmente dos recursos humanos. São cenários que estão a ser equacionados".

A implementação da Carris Metropolitana enfrentou, a dado momento, a falta de motoristas. E parece ser esse de novo o caso. Já que muitos dos motoristas contratados estão ainda a ter formação sobre os novos horários e percursos.

Já tomada está a decisão de manter, por mais uma semana, os horários e carreiras que estavam em funcionamento na antiga empresa, a Transportes Sul do Tejo, na área 4, que corresponde aos municípios de Setúbal, Palmela, Moita, Montijo e Alcochete.

"À partida, manter-se-ão durante mais uma semana, porque a empresa que presta o serviço nesta área ainda não conseguiu trabalhar um conjunto de aspetos de informação ao público determinantes para arrancar com os níveis de serviço da Carris Metropolitana", explica Rui Lopo.

Assim, a entrada em serviço da área 4 deverá coincidir com a vizinha área 3 (Almada, Seixal e Sesimbra), no dia 1 de Julho. "Mas já com dez linhas novas em funcionamento", sublinha o administrador da Transportes de Lisboa, que indica ainda que apesar de não estar ainda em funcionamento, já se sente "uma procura crescente no eixo que vem para Lisboa, de autocarro".

Já tomada está a decisão de manter, por mais uma semana, os horários e carreiras que estavam em funcionamento na antiga empresa, a Transportes Sul do Tejo, na área 4, que corresponde aos municipios de Setúbal, Palmela, Moita, Montijo e Alcochete.

"À partida, manter-se-ão durante mais uma semana, porque a empresa que presta o serviço nesta área ainda não conseguiu trabalhar um conjunto de aspectos de informação ao público determinantes para arrancar com os niveis de serviço da Carris Metropolitana", explica Rui Lopo.

Assim, a entrada em serviço da área 4 deverá coincidir com a vizinha área 3 (Almada, Seixal e Sesimbra), no dia 1 de Julho. "Mas já com dez linhas novas em funcionamento", sublinha o administrador da Transportes de Lisboa, que indica ainda que apesar de não estar ainda em funcionamento, já se sente "uma procura crescente no eixo que vem para Lisboa, de autocarro".

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  • Miss Wild
    22 jun, 2022 Montijo 16:59
    Desde que a Carris metropolitana começou a operar na margem sul, todos quantos moram no Samouco e no Montijo e trabalham em Lisboa nunca mais chegaram a horas aos empregos. Tem sido uma confusão da qual resulta uma frustração, já que temos de cumprir horários. Fiquei com a impressão de que deram o passo maior do que a perna, não respeitando os utilizadores. Inaceitável!
  • Carlos Feliz
    22 jun, 2022 Sacavém 12:22
    Se calhar é devido a falta de organização da TLM, para não falar na falta de motorista com uma carga horária crescente e a nivel de salário um dos mais baixos a nivel europeu, basta ir a vizinha espanha e vê-se uma diferença substancial.

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