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​Guerra na Ucrânia. Governo sem registo de mortes entre combatentes portugueses

17 jun, 2022 - 18:27 • Pedro Mesquita, com Ricardo Vieira

Desde o início do conflito, sete cidadãos portugueses contactaram o Ministério dos Negócios Estrangeiros informando da sua deslocação para a Ucrânia a título de 'combatente voluntário'. Governo contraria informação avançada esta sexta-feira pela Rússia.

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O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) tem registo de sete combatentes portugueses na Ucrânia e nenhuma morte, ao contrário do que avançou esta sexta-feira o Governo russo.

“Há registo de sete cidadãos nacionais que contactaram os serviços do Ministério dos Negócios Estrangeiros informando da sua deslocação para a Ucrânia a título de 'combatente voluntário'. Não há registo de mortes”, refere o MNE, em resposta à Renascença.

Dada a situação vivida na Ucrânia, o Governo português “reitera que deverá ser evitada qualquer tipo de deslocação para a Ucrânia”.

“Os cidadãos que por qualquer motivo tenham, ainda assim, de o fazer deverão sinalizar a deslocação junto do Gabinete de Emergência Consular”, apela o Ministério dos Negócios Estrangeiros.


A Rússia alega que já conseguiu eliminar 19 mercenários portugueses durante a invasão da Ucrânia, que começou a 24 de fevereiro.

Nas últimas horas, o Ministério da Defesa russo publicou um boletim que regista a presença na Ucrânia dos mercenários que se envolveram no combate.

De Portugal terão viajado 103 pessoas, das quais 19 terão morrido, alega Moscovo. Dezasseis combatentes portugueses deixaram entretanto a Ucrânia e 68 continuavam no país até ao dia de hoje.

Entre os países europeus, a Polónia lidera com maior número de mercenários que vão chegando e morrendo: foram para a Ucrânia 1.831 combatentes, dos quais 378 terão morrido.

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