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Voo trouxe mais 131 refugiados ucranianos para Portugal

11 mar, 2022 - 06:30 • Redação

Secretária de Estado confirma que o Governo está a preparar um conjunto de ofertas de emprego de diferentes áreas.

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Esta madrugada chegou ao Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, um voo da TAP com mais 131 ucranianos a bordo.

O número atualizado foi confirmado aos jornalistas pela secretária de Estado para a Integração e as Migrações, Cláudia Pereira, depois de inicialmente ter sido anunciada a chegada de 91 pessoas.

"As circunstâncias da guerra levam a esta alteração e portanto recebemos 131 pessoas. Estamos muito contentes. A maior parte são crianças pequenas e mães. Uma parte significativa irá para casa de familiares e amigos, outras irão ser recebidas pela Câmara de Portimão e outras seguirão através da plataforma We Help Ukraine”, especificou.

A secretária de Estado para a Integração e as Migrações adiantou que vão chegar a Portugal mais refugiados ucranianos. "Estão previstos novos voos humanitários para os próximos dias bem como a chegada de autocarros em diferentes pontos do país, através de câmaras municipais, organizações e associações não governamentais”, apontou Cláudia Pereira.

Na mesma ocasião, a governante adiantou que o Governo está a preparar um conjunto de ofertas de emprego de diferentes áreas.

“Temos já cerca de 18 mil ofertas de emprego sinalizadas em diferentes áreas. Através do estatuto de proteção temporária que pedem ao SEF, podem ter um número fiscal, de segurança social e têm logo inscrição no centro de emprego onde se poderão dirigir para terem emprego. Há várias ofertas e com várias empresas a necessitar de mão de obra”, declarou.

Em comunicado, o Ministério das Infraestruturas e da Habitação referiu que esta operação humanitária, com origem em Varsóvia, que contou com o apoio do Governo português.

A Renascença já tinha avançado que as empresas portuguesas já registaram mais de 18 mil ofertas de trabalho para refugiados ucranianos na plataforma criada pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Uma parte significativa das vagas, distribuídas por mais de 200 concelhos do país, destina-se ao setor social, construção civil, restauração e hotelaria e ainda a áreas de tecnologias de informação, segundo informação adiantada pelo Ministério do Trabalho e da Segurança Social.

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