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Vacinação

Covid-19. Gouveia e Melo continua na "task force" se for preciso terceira dose

16 jul, 2021 - 17:30 • Redação

Quanto à imunidade de grupo, vice-almirante diz que o objetivo é atingir a meta entre 8 e 15 de agosto e que a suspensão de quinta-feira foi, como outros incidentes, um "solavanco de curto prazo".

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O vice-almirante Henrique Gouveia e Melo, que coordena a task force da vacinação contra a Covid-19, disse esta sexta-feira que está "disponível" para continuar a liderar o processo, caso seja necessário recorrer a uma terceira dose da vacina.

Em Sintra, durante uma visita a um centro de vacinação na freguesia de Mem Martins, Gouveia e Melo esclareceu aos jornalistas que está "sempre disponível, desde que seja essa a vontade dos meus superiores".

Sobre a breve suspensão da modalidade "Casa Aberta" para maiores de 40 anos, depois de reações adversas num centro de vacinação em Mafra à vacina da Janssen - suspensão entretanto levantada - Gouveia e Melo prometeu que será reposto o ritmo de vacinação e há 150 mil doses da vacina da Janssen, empresa do grupo Johnson & Johnson, para o fazer.

Quando ocorreu a suspensão da vacina da Janssen, tinham sido inoculadas 60 mil pessoas com a dose única.

Além das 150 mil doses disponíveis, o coordenador da task force informou que Portugal vai receber 295 mil doses da vacina da Janssen, todas a ser usadas na modalidade "Casa Aberta", que permite a vacinação contra a Covid-19 das pessoas com 40 ou mais anos sem ser necessário o agendamento.

Quanto à imunidade de grupo, Gouveia e Melo disse que o objetivo é atingir a meta entre 8 e 15 de agosto e que a suspensão de quinta-feira foi, como outros incidentes, um "solavanco de curto prazo, que não alteram o planeamento de médio e longo prazo".

Esta sexta-feira, o país registou mais sete mortes e 3547 casos de Covid-19, elevando o total para 17.194 óbitos e mais de 923 mil casos.

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