Emissão Renascença | Ouvir Online
A+ / A-

NATO garante que conflito no Médio Oriente não vai afetar apoio à Ucrânia

11 out, 2023 - 19:15 • Pedro Mesquita com Redação

Jens Stoltenberg refere que a Aliança Transatlântica tem a capacidade "para enfrentar desafios diferentes ao mesmo tempo".

A+ / A-

O secretário-geral da NATO garante que a escalada do conflito no Médio Oriente não vai significar um menor apoio à Ucrânia.

Jens Stoltenberg refere que a Aliança Transatlântica tem a capacidade "para enfrentar desafios diferentes ao mesmo tempo".

Depois de uma reunião, esta quarta-feira, com elementos do governo de Kiev, o secretário-geral da NATO refere que "as ações falam mais alto que as palavras".

"Os aliados estão a fornecer mais apoio à Ucrânia, mais defesa aérea, munições, F-16, mais formação e pacotes de diferentes tipos de apoio. Portanto, creio que a reunião de hoje demonstra que os aliados da NATO estão disponíveis para fornecer apoio à Ucrânia", refere.

Stoltenberg realça, ainda, que "vários aliados têm fornecido informações e outro tipo de apoios a Israel".

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • Cidadao
    14 out, 2023 Lisboa 11:42
    Já o disse e repito, que se a Ucrânia em vez de se fiar nas promessas de respeito pela integridade territorial Ucraniana, dadas pela Rússia, tem escolhido manter o controle sobre o arsenal nuclear que tinha no seu território e que era "apenas" o 3.º arsenal nuclear do Mundo - mantido operacional em grande parte por engenheiros e cientistas nucleares Ucranianos, logo o Know-how existia - não teria havido qualquer invasão, nem haveriam tropas russas a menos de 50 Km da fronteira. Isso não aconteceu, e aconteceu a invasão. E depois do que houve, a Ucrânia ainda em guerra, ter a arma nuclear... Não sei se se limitariam a intimar os russos a saírem da Ucrânia. E é aí que as coisas descambam. Em termos de armas nucleares, pelo menos nos próximos tempos, seria melhor Kiev entender-se com Washington para ter abrigo no chapéu de chuva nuclear dos camónes. Depois, depois quando estas gerações tiverem desaparecido e o ódio for diferente, aí talvez. Agora ... Não sei, mas não parece bom.
  • Digo
    13 out, 2023 Eu 08:40
    A Ucrânia que aposte as fichas na criação da sua própria industria militar, e quiçá, na obtenção da arma nuclear própria - os falidos da Coreia do Norte, têm-na, mais fácil será a Ucrânia, que teve anos a fio o 3º arsenal nuclear do Mundo no seu território onde engenheiros e cientistas ucranianos fizeram manutenção, obter a arma nuclear. E quando a tiver, o jogo muda.

Destaques V+