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Covid-19: Pingo Doce recusa acusações de falta de proteção

28 abr, 2020 - 19:08 • Ana Carrilho

Grupo Jerónimo Martins garante que situações levantadas pelo CESP – Sindicato dos Trabalhadores do Comércio e Serviço são infundadas.

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O grupo Jerónimo Martins não aceita as acusações do CESP – Sindicato dos Trabalhadores do Comércio e Serviço sobre falhas na proteção aos trabalhadores e procedimentos variados face a casos positivos de Covid-19.

O sindicato enviou, na segunda-feira, uma carta à diretora-geral da Saúde a pedir medidas urgentes de proteção para os trabalhadores dos super e hipermercados, que se sentem inseguros. Pede regras que tenham de ser adotadas por todos os grupos de distribuição, de igual forma.

Em declarações à Renascença, a coordenadora do CESP, Filipa Costa, referiu que as cadeias de distribuição adotam procedimentos diferentes, mas, em geral, a proteção é insuficiente. Frisando que não é caso único, deu como exemplo situações que se terão passado em lojas diferentes da cadeia Pingo Doce.

“Num determinado sítio, após o conhecimento da existência de casos Covid-19, a loja foi toda desinfetada e os trabalhadores, mandados para casa; noutros locais, foi feita apenas uma limpeza mais profunda, à noite e sem desinfeção e os trabalhadores continuaram a sua atividade, indo para casa apenas os infetados.”

Confrontado pela Renascença com as acusações do sindicato, o Pingo Doce refere que perante a suspeita de algum colaborador infetado implementa de imediato as orientações da Direção-Geral da Saúde, nomeadamente “com envio para quarentena dos colaboradores impactados e a higienização profunda dos locais”.

Há uma equipa médica interna que acompanha os trabalhadores, assegura a aplicação de todas as medidas de proteção e faz a ligação com o delegado de saúde.

O Pingo Doce sublinha que, neste momento, as equipas estão a trabalhar divididas em grupos, em que um grupo nunca se cruza com o outro.

Por isso, justifica a porta-voz da cadeia de supermercados do grupo Jerónimo Martins, “quando há um caso suspeito, a necessidade de colocar trabalhadores em quarentena é inferior ao que era inicialmente”. Mas a última palavra é sempre do delegado de saúde.

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