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ARCO Lisboa está a chegar com mais galerias

09 mai, 2018 - 18:05 • Maria João Costa

Terceira edição da feira de arte contemporânea vai contar com 72 galeristas de 14 países.

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MJC ARCO LISBOA D9
MJC ARCO LISBOA D9

A terceira edição da ARCO Lisboa abre ao público na próxima semana. A feira de arte contemporânea estaciona na Cordoaria Nacional a partir de dia 17 e estão já garantidas mais duas edições, até 2020.

A terceira edição da ARCO Lisboa apresenta-se ao público, até 20 de maio, com mais 14 galerias do que nos anos anteriores.

Ao todo, 72 galeristas de 14 países fazem a terceira edição. Uma das novidades é a presença de novas galerias portuguesas, outras de Espanha, Brasil e Inglaterra, indica o director da ARCO Lisboa, Carlos Urroz.

“Temos 20% mais de galerias e só duas são portuguesas. As outras são galerias internacionais importantes de Espanha, mas também de Londres, que não participam na ARCO Madrid e preferem ir à ARCO Lisboa no âmbito da sua estratégia de internacionalização”, sublinha.

Carlos Urroz esforça-se por falar com os jornalistas em Português. Adaptou não só a língua de trabalho da sua equipa como os horários da feira ao ritmo português.

“Abríamos muito cedo para os costumes lisboetas. De quarta a sábado, a Feira está aberta das 14h00 às 21h00, para nos adaptarmos mais ao ritmo das galerias portuguesas e dos colecionadores. No domingo, ficamos do meio-dia às 18h00.”

Haverá também uma iniciativa dedicada às crianças, a ARCO Kids, em colaboração com a Fundação Nariz Vermelho.

Outra novidade será o alargamento ao Torreão Poente da Cordoaria com uma exposição de 10 artistas portugueses e internacionais.

Haverá também um espaço de debates, numa feira que tem mais duas edições garantidas até 2020, ao renovar o protocolo com a autarquia de Lisboa, que também tem feito compras de arte na ARCO Lisboa, indica o autarca Fernando Medina.

A ARCO Lisboa terá este ano, pela primeira vez, a “concorrência” de outra feira, a JUST LX, que reunirá outro conjunto de galerias nas mesmas datas. A galerista Cristina Guerra considera que a ARCO não perde protagonismo.

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