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Legislativas 2024

⏱️ A campanha em 37 segundos. Fraudes pode haver muitas, mas não serão eleitorais

05 mar, 2024 - 21:00 • Ana Kotowicz

A campanha soma 10 dias e, depois de muito burburinho, a CNE garante que estará tudo bem com os votos de 10 de março.

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Aconteceu nas últimas horas de campanha:
  • Fast forward. O líder do Vox junta-se à campanha de Ventura (que diz ter "99% de garantia" de que haverá governo de direita e que "se alguém sair será Montenegro"). Mortágua não desiste e insiste em saber quem financia o Chega, no dia em que a emigração regressou à sua campanha. A CNE tranquiliza Portugal e garante que não há fraudes eleitorais em curso. Inês Sousa Real vê os deputados municipais de Faro a saírem do partido e fala de "oportunismo político". Pedro Nuno Santos quer um regresso às aulas dos professores reformados, enquanto Montenegro está farto de recreios e não quer brincar mais às conversas sobre acordos de governação. Quem está "sempre bem" é a IL, seja qual for a coligação que vier a governar o país.

🤚🏻🥛 Pausa para respirar: "O que é que nós temos a ver com a Rússia capitalista?" Em vésperas de aniversário do PCP, Paulo Raimundo afasta-se da Rússia de Putin e rejeita a ideia de ter perdido eleitorado devido à posição que o partido teve sobre a guerra na Ucrânia. Não acredita na tese de que vai perder eleitores para o Chega, mas acredita que está melhor posicionado para um bom resultado do que em 2022. As ideias são defendidas durante uma conversa com a jornalista Cristina Nascimento.

🚨 E se só tiver tempo para ler uma coisa... A comunidade cigana, o fim do RSI ou das subvenções vitalícias desapareceram do discurso de André Ventura, pelo menos nos debates televisivos. Estará o discurso do líder do Chega mais moderado? O jornalista Fábio Monteiro dá-lhe a resposta, depois de olhar para as diferenças entre o que Ventura diz agora e o que dizia no passado.

🔥 Enquanto isso, nos bastidores:

  • Rui Rocha acordou cedo e foi passear de transportes públicos. Antes de atravessar o Tejo, no metro, sentou-se ao lado de Helena Nunes, com quem conversou durante toda a viagem até Cacilhas. Falaram do preço dos passes, da falta de alternativas, de como a rede de transportes funciona mal. No final, a Renascença quis saber se Helena Nunes conhecia bem o senhor que se sentou a seu lado. "Não faço a mínima ideia quem é", disse à jornalista Filipa Ribeiro.

⚠️Se lhe passou despercebido, os partidos políticos que não têm assento parlamentar têm andado a apresentar as suas propostas. O jornalista Vasco Bertrand Franco falou com o Nós, Cidadãos! e Joaquim Rocha Afonso garantiu-lhe que falou com os colegas da maior parte dos pequenos partidos — como a Nova Direita, JPP, PTP, MPT e RIR — para se coligarem e tentarem eleger deputados. Mas não conseguiram chegar a um acordo.


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