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Memória da Liberdade. Uma exposição sobre direitos humanos nunca revelada

22 nov, 2016 - 09:00

Até 25 de Janeiro, no CCB, vão poder ser apreciadas obras de nomes como Vieira da Silva, Roy Lichenstein ou Tapiés.

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Abre esta terça-feira ao público, no Centro Cultural de Belém, uma exposição com uma colecção que nunca foi mostrada ao público e que reflecte sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

“Não é que as gravuras ou esculturas ilustrem qualquer dos 30 artigos da Declaração Universal. A maior parte acaba por se revelar num sentido de liberdade mais genérico, essencial para a condição humana. E neste momento, por questões políticas está muito na ordem do dia a questão dos direitos humanos”, explica à Renascença António de Campos Rosado, curador da exposição.

“Memória da Liberdade” é o nome da mostra, organizada a propósito do ciclo sobre os direitos humanos que decorre no CCB.

A colecção foi comprada pelo Centro Cultural de Belém em 1992 e integra um conjunto de obras de artistas como Maria Helena Vieira da Silva, Roy Lichenstein e Robert Rauschenberg.

“Inclui uma grande parte dos principais movimentos, sendo que muitos estão representados na colecção pelos principais protagonistas”, explica o curador.

“Memória da Liberdade: Arte e Direitos Humanos” está patente até 25 de Janeiro. No CCB, e no âmbito dos direitos humanos, pode ainda assistir às conferências, com sessões marcadas para dia 28 (com Fernando Pereira Marques) e 5 de Dezembro ( António Cluny).

As sessões terminam a 11 Dezembro, às 18h00, no Pequeno Auditório, com uma palestra de Diogo Freitas do Amaral.

A entrada é livre, para a exposição e para as conferências.

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