Siga-nos no Whatsapp
Da Capa à Contracapa
Os grandes temas da atualidade em debate à Terça-feira, depois das 23h, na Edição da Noite. Uma parceria da Renascença com a Fundação Francisco Manuel dos Santos.
A+ / A-
Arquivo
Banca em Portugal - Da Capa à Contracapa

Da Capa à Contracapa

Banca nacional é como o Titanic. BPP e BPN eram apenas a ponta do icebergue

26 set, 2020 • Ana Marta Domingues


Na edição desta semana do "Da Capa à Contracapa", debate-se a banca nacional, tema do novo livro da Fundação Francisco Manuel dos Santos.

Na edição desta semana do "Da Capa à Contracapa" fala-se sobre a Banca em Portugal, o tema de um novo livro da Fundação Francisco Manuel dos Santos.

Escrito por Jorge Braga de Macedo, Nuno Cassola e Samuel da Rocha Lopes, trata-se de uma análise à situação da banca no nosso país, apresentando estratégias e linhas de ação para prevenir futuros desastres financeiros. Segundo os autores, os bancos portugueses lembram a história do Titanic: afinal, BPP e BPN eram apenas a ponta do icebergue. Algo enorme estava submerso.

Para prevenir outros sinistros é preciso reforçar a supervisão bancária e a estabilidade financeira e melhorar a governação pública e privada. Descubra neste "Da Capa à Contracapa", Por onde vai a banca em Portugal?, o novo livro da Fundação Francisco Manuel dos Santos, em debate com os economistas Nuno Cassola, um dos autores do livro e professor da Universidade de Milão, com experiência profissional no Banco Central Europeu e no Banco de Portugal, e Ricardo Cabral, Professor do ISEG, especialista nas temáticas abordadas no livro.

O "Da Capa à Contracapa" é um programa de debate sobre a atualidade, em parceria com a Fundação Francisco Manuel dos Santos, para ouvir sábado às 9h30 na Renascença ou sempre que quiser em podcast.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.