Dez anos após os ataques de Breivik, os sobreviventes lutam contra a extrema-direita

01 jun, 2021 - 11:55 • Imagem: Reuters

Astrid Hoem, uma das sobreviventes do ataque de Breivik, regressou à ilha de Utøya dez anos depois para recordar o tiroteio. A jovem, na altura com 16 anos, escondeu-se durante duas horas numa cavidade rochosa, sem ligar aos amigos, com medo que o toque de telemóvel denunciasse as suas localizações. "Acho que depois de 22 de julho, pensava que 10 anos depois viveríamos numa sociedade como menos ódio, menos racismo, menos extrema direita," diz Astrid durante a visita à ilha.

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