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Covid-19. Farmacêuticos começam a ser vacinados na segunda-feira

06 mar, 2021 - 08:53 • Marta Grosso

A vacinação nesta fase destina-se aos profissionais inscritos na Ordem dos Farmacêuticos – cerca de oito mil. “O esforço de vacinar todos os profissionais de saúde, antes de criar qualquer nova prioridade, é absolutamente fundamental”, defende a bastonária.

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As autoridades e unidades de saúde locais vão começar a contactar os farmacêuticos registados na Ordem da classe a partir de segunda-feira, dia 8, para receberem a vacina contra a Covid-19 nesta primeira fase do plano de vacinação.

A informação consta de um comunicado da Ordem dos Farmacêuticos, segundo o qual são cerca de oito mil farmacêuticos a inicia a vacinação.

De acordo com o a mesma nota, enviada à Renascença, a “task force” responsável pela coordenação e implementação do plano de vacinação contra o novo coronavírus solicitou a colaboração da Ordem dos Farmacêuticos na identificação dos profissionais que pretendem integrar a primeira fase.

Nesse sentido, a Ordem procedeu ao recenseamento dos farmacêuticos diretamente envolvidos na prestação de cuidados e que trabalham no setor privado e social, e enviou à “task force” uma lista atualizada e validada para agendamento da vacinação.

“O esforço de vacinar todos os profissionais de saúde, antes de criar qualquer nova prioridade, é absolutamente fundamental. Os critérios estão definidos e têm de ser seguidos, de acordo com os objetivos por cada fase de vacinação: salvar vidas; garantir a resiliência do sistema de saúde; e libertar a economia. Exatamente por esta ordem”, defende a bastonária Ana Paula Martins.

O comunicado realça ainda a ação dos farmacêuticos durante a pandemia de Covid-19, assegurando “sempre o acesso dos portugueses aos medicamentos, aos meios complementares de diagnóstico e a cuidados de saúde diferenciados, prestados em ambiente hospitalar ou em ambulatório, junto das comunidades que servem”.

“Num contexto de emergência em saúde pública, garantiram a continuidade da terapêutica de muitos utentes, em particular de doentes crónicos, mas também o acesso da generalidade da população a equipamentos de proteção individual, testes de rastreio e diagnóstico da infeção por SARS-CoV-2 e vacinas não incluídas no Plano Nacional de Vacinação”, conclui.

Na sexta-feira, Portugal registou o menor número de doentes internados com Covid-19 desde outubro. O boletim epidemiológico da Direção-Geral de Saúde (DGS) indicava 949 novas infeções e 28 mortes em 24 horas, o mais baixo de óbitos no último meio ano.

Nos hospitais portugueses estão internadas 1.583 pessoas com Covid-19, uma descida de 125 pacientes no espaço de um dia, de acordo com o mesmo boletim.

Comentários
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  • Como é?
    06 mar, 2021 Cidadãos de Segunda, Uni-vos 14:28
    E para quando a vacinação da população ativa, dos trabalhadores que desempenham funções que nunca podem parar e que estão a aguentar o país? Trata-se da população ativa, da força da mão-de-obra que faz que o produto interno bruto de Portugal ou o índice de produtividade não desabe ainda mais. Quem não é político ou "velhinho num lar de idosos" é porventura um cidadão de segunda? Podem não estar a desempenhar funções na linha da frente dos hospitais e nos cuidados intensivos, mas estão na linha da frente da economia e com a missão de assegurar serviços imprescindíveis ao funcionamento da sociedade civil. Em Israel, depois dos profissionais médicos, dos principais membros do governo - não dos políticos em peso - a vacinação começou pelos ativos, enquanto os "velhinhos" inativos obedeciam a um rigoroso confinamento. Por cá, foi o contrário e os ativos que estão a aguentar o País, são remetidos para as calendas. E nem uma palavra acerca disto dos políticos! Protesto!

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