Tempo
|
A+ / A-

Ciclismo

João Almeida perde camisola rosa da Volta a Itália

22 out, 2020 - 15:31 • Redação

Português foi líder do Giro durante 15 dias e, após a etapa 18, cai para quinto. Rúben Guerreiro mantém camisola azul.

A+ / A-

João Almeida perdeu a camisola rosa da Volta a Itália em bicicleta, esta quinta-feira, na 18.ª etapa, ao fim de 15 dias seguidos a vesti-la.

Foi na "etapa rainha" do Giro, que incluía a subida ao Stelvio, único prémio de montanha de categoria especial, que o português (Deceuninck-QuickStep) perdeu a liderança da classificação geral para o holandês Wilco Kelderman (Sunweb). E foi, precisamente, na subida de 25 quilómetros que a camisola rosa mudou de mãos.

A 18.ª etapa foi ganha pelo australiano Jai Hindley (Sunweb), que bateu ao "sprint" o britânico Tao Geoghegan Hart (Team INEOS).

João Almeida terminou a tirada na sétima posição, a 4m51s de Hindley e Geoghegan Hart e a 2m33s de Kelderman, assim como a 4m05s do espanhol Pello Bilbao (Bahrain-McLaren).

A diferença foi suficiente para João Almeida cair de primeiro para quinto classificado da classificação geral. O português fica atrás de, por ordem, Kelderman, Hindley, Geoghegan Hart e Bilbao.

Kelderman tem 12 segundos de vantagem sobre Hindley e 15 sobre Geoghegan Hart. João Almeida fica a 2m16s do novo camisola rosa.

A boa notícia para o ciclismo português é que Rúben Guerreiro (Education First) manteve a camisola azul, de líder da montanha. Com a desistência de Giovanni Visconti (Vini Zabù-KTM), principal rival, a vitória fica ainda mais próxima. O português soma 234 pontos, contra 122 do belga Thomas de Gendt, segundo no "ranking".

Faltam três etapas para o final da Volta a Itália. A de sexta-feira, 19.ª, é quase plana. Liga Morbegno a Asti, ao longo de 258 quilómetros.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.