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Balanço DGS. Número de mortes sobe para 1.023 (mais 16) e 25.190 infetados

02 mai, 2020 - 13:29 • Redação

Boletim apresenta um total de infetados inferior ao de sexta-feira, pois foram detetados "casos duplicados".

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O boletim diário da Direção-Geral de Saúde regista 1.023 mortos (mais 16 em 24 horas) e 25.190 (203) infetados pelo novo coronavírus.

Há uma descida em relação ao número total de infetados de sexta, pois foram detetados casos duplicados. Na conferência de imprensa diária sobre a Covid-19, a ministra da Saúde explicou que desde o dia 25 de abril foram detetados 422 casos duplicados, o que justifica que este sábado se registe um número de casos inferior ao que tinha sido anunciado na sexta-feira. Marta Temido disse que o número de casos a considerar na sexta-feira é 24.987.

Os dados da DGS precisam que o concelho de Lisboa é o que regista o maior número de casos de infeção pelo coronavírus (1.567), seguido por Vila Nova de Gaia (1.413), Porto (1.247), Matosinhos (1.149), Braga (1.086), Gondomar (1.012), Maia (871), Valongo (729), Sintra (604), Guimarães (613), Ovar (566) e Coimbra, com 416 casos.

O documento deste sábado revela que estão hospitalizadas 855 pacientes (menos 37), dos quais 150 em cuidados intensivos (menos quatro).

A região Norte é a que regista o maior número de mortos (585), seguida da região do Centro (206) e de Lisboa e Vale do Tejo (205), Algarve (13), dos Açores (13) e do Alentejo que regista um caso, adianta o relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24h00 de sexta-feira, mantendo-se a Região Autónoma da Madeira sem registo de óbitos.

Das mortes registadas, 691 tinham mais de 80 anos, 201 tinham entre os 70 e os 79 anos, 89 entre os 60 e 69 anos, 32 entre 50 e 59, e 10 entre os 40 e os 49.

Desde o dia 1 de janeiro, registaram-se 252.728 casos suspeitos, dos quais 3.761 aguardam resultado dos testes.

Há 223.777 casos em que o resultado dos testes foi negativo, refere a DGS, adiantando que o número de doentes recuperados aumentou para 1.671, mais 24 do que na sexta-feira.

Dois meses de Covid-19. O filme da pandemia em Portugal
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A Direção-geral da Saúde está preparada para reforçar a monitorização, numa fase em que Portugal se prepara para a reabertura social e económica, implementando medidas de desconfinamento. A garantia foi deixada por Graça Freitas este sábado, durante a conferência de imprensa.

Portugal termina este sábado o terceiro período de 15 dias de estado de emergência, iniciado em 19 de março, devido à pandemia da Covid-19, e o Governo anunciou a passagem para situação de calamidade a partir das 00h00 de domingo.

Entre outras medidas, o plano do Governo para continuar a combater a Covid-19 prevê o confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância ativa, o dever geral de recolhimento domiciliário e o uso obrigatório de máscaras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.

À semelhança do que aconteceu na Páscoa, o Governo decretou a proibição de deslocações entre concelhos neste fim de semana prolongado pelo feriado do 1.º de Maio, dia do Trabalhador.

A nível global, segundo o último balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de Covid-19 já provocou mais de 238 mil mortos e infetou mais de 3,3 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Mais de um milhão de doentes foram considerados curados.

Os Estados Unidos continuam a ser o país com registo de mais mortos e de casos confirmados.

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