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Ex-presidente da Raríssimas exige 147 mil euros à associação por ter sido despedida

13 fev, 2020 - 10:00 • Redação

Paula Brito e Costa contesta o despedimento da instituição e o processo vai a julgamento.

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A ex-presidente da Associação Raríssimas avança com um processo na justiça pois considera ilegal o seu despedimento. Paula Brito e Cunha exige à instituição 147 mil euros.

A ação deu entrada em fevereiro de 2019 no Tribunal de Trabalho de Loures e tem como objetivo impugnar o despedimento, assim como o pedido de devolução de 384 mil euros que a instituição lhe exige, avança o jornal “Público”.

Após uma primeira audiência para tentativa de acordo, que não se verificou, foi decidido prosseguir para julgamento.

No entanto, como também a Raríssimas já tinha processado a ex-presidente da instituição num outro tribunal de Loures, exigindo a devolução de 384 mil euros, o início do julgamento — marcado para esta quarta-feira — foi suspenso, ficando à espera da transferência do processo para eventual junção das duas ações.

Paula Brito e Costa demitiu-se da presidência da Raríssimas depois de terem sido feitas denúncias por alegada gestão danosa. Mas segundo o jornal, a ex-presidente da Raríssimas também tinha contratos de trabalho, com datas de 2008 e 2013, para ser diretora-geral da Casa dos Marcos. Contratos que a Raríssimas entende serem nulos porque Paula Brito e Costa nunca exerceu essas funções dentro da instituição e porque os documentos não foram legalmente aprovados.

A associação exige a Paula Brito e Costa o pagamento de 384 mil euros, incluindo várias despesas não relacionadas com a atividade da instituição e o reembolso de despesas duplicadas ou nunca realizadas.


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  • Verdade
    14 fev, 2020 Guarda 01:10
    É preciso ter muita lata...não tem moral nem dignidade nem consciência... Rouba e ainda quer ser indeminizada. Só mesmo em Portugal, essa sra é como os juízes, roubam, não fazem nada e são aumentados, SÓ HIPOCRISIA PODRIDAO