Geringonça 2.0, hecatombes ou a revolução dos pequenos. A noite em que a extrema-direita entrou no Parlamento

07 out, 2019 - 03:44 • Inês Rocha , Rodrigo Machado

Os portugueses "gostam da geringonça"? António Costa não tem dúvidas que sim, e quer construir uma nova. Catarina não se põe de fora, mas estabelece regras. Jerónimo muda de discurso e já não quer casamentos. À direita, Rio diz que ganhou porque não teve a derrota que todos queriam. Cristas reconheceu num instante a estrondosa derrota e anunciou a saída da liderança. O PAN cresceu e André Silva diz ter provado que não é o partido da moda. Mas a grande novidade da noite eleitoral é um Parlamento mais colorido, com três estreias, incluindo a da extrema-direita. Chega, Iniciativa Liberal e Livre juntam-se aos sete partidos que já tinham assento e fazem deste Parlamento o mais diverso de sempre.

RSS URL Embed E-mail Facebook Twitter Whatsup Comentários
Reportagem
Eu Eleitor hyper

Eu, eleitor. Retratos do país que vota

Que país é este que vai às urnas? Até às eleições legislativas, a Renascença apresenta retratos de 18 eleitores dos círculos eleitorais de Portugal continental, olhando as características e dificuldades de cada distrito.

Reportagem - Segundo Torrão, o maior bairro de lata de Almada - 25/03/2019
Reportagem

Segundo Torrão. Viagem ao maior bairro de lata de Almada

Em Almada, há mais famílias a viver em bairros ilegais do que nos anos 90. O maior chama-se Segundo Torrão e serve de casa a 2500 pessoas.

Mães ocupas por necessidade
Edição da Noite

Mães ocupas

Na Edição da Noite desta quinta-feira, 29 de novembro de 2018: uma grande reportagem sobre mães solteiras em dificuldades que ocupam casas da Câmara de Lisboa financeira; uma entrevista ao vice-presidente do PSD, Carlos Carreiras; uma entrevista ao bispo de São Tomé, D. Manuel dos Santos, sobre a instabilidade política no país.

Reportagem de Alfama para Cacilhas - Paulo - Foto: Joana Bourgard/RR

À margem de Lisboa. Como Alfama se está a mudar para Cacilhas

São praticamente vizinhanças inteiras que têm de atravessar o Tejo para encontrar uma casa que podem pagar. Apontam culpas ao turismo, que descaracteriza e encarece o seu bairro, Alfama. Regressar, garantem, “é impensável”. “Nem casas há!”

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • Jose Rocha
    31 out, 2019 Canada Toronto 15:10
    Eu sou dos acores e tem o cartao da Seguranca social deste 1971 e vim para O Canada com 4 filhos porque Oscar patroes que u tive nao me pagaram o meu trabalho nem a sugoranca social e na quele tempo eu sempre tive directos e agora que ja Estou Velho ai so me paguem me so 70 euros nao tive a culpa de nao aver quer fisquelisa-se os directos o abouno sempre recebi para eu nao saber o que o Patrao descontavam e eu aqui no Canada a reforma e so 400 dolas as pessoas da Seguranca social nao querem saber dizem a que eu nao descontem nao e certo salvarem os patroes e licharao so empregados muita obrigada Senhora Catarina Martins Jose da Rocha