O site da Renascença usa cookies. Ao prosseguir, concorda com o seu uso. Leia mais aqui.
A+ / A-

Padre mártir português canonizado a 15 de Outubro

20 abr, 2017 - 12:53

O padre Francisco Ferro está incluído nos “protomártires do Brasil”, mortos nas perseguições anticatólicas no século XVII.
A+ / A-

O Papa Francisco canonizará a 15 de Outubro na basílica de S. Pedro, no Vaticano, os “protomártires do Brasil”, mortos nas perseguições anticatólicas no século XVII pelos holandeses, em que se inclui o padre português Francisco Ferro.

Nas perseguições na arquidiocese de Natal, sob jurisdição portuguesa, entre Julho e Outubro de 1645, morreram 30 pessoas, entre as quais os padres André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro e o leigo Mateus Moreira.

As mortes ocorreram nas localidades de Cunhau e Uruacu, em Natal, estado do Rio Grande do Norte, durante uma missa dominical proferida por Soveral.

Os fiéis católicos foram beatificados por João Paulo II, no Vaticano, a 5 de Março de 2000.

O anúncio do Papa foi feito durante o consistório realizado hoje, no qual foram ainda fixadas as datas de canonizações de outros futuros santos, entre os quais os dois pastorinhos portugueses a 13 de Maio, em Fátima.

A canonização de Francisco e Jacinta, beatificados pelo papa João Paulo II, em Fátima, a 13 de Maio de 2000, estava dependente do reconhecimento de um milagre, a cura de uma criança brasileira, em 2013, o que aconteceu a 23 de Março.

O Papa visita Fátima a 12 e 13 de Maio para o centenário das aparições, em 1917.

A 15 de Outubro serão canonizados também os chamados mártires de Tlaxcala, três crianças indígenas mexicanas, o beato espanhol Faustino Miguez, fundador do instituto Calasancio filhas da Divina Pastora e o sacerdote franciscano Luca Antonio Falcone.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.