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Fundação propõe jornada de oração por cristãos perseguidos no Paquistão

27 jan, 2017 - 16:22 • Ana Lisboa

Decorre este fim-de-semana em Fátima e em Lisboa a jornada de oração promovida pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, com a presença do arcebispo de Lahore, no Paquistão.
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A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre organiza para este fim-de-semana uma jornada de oração pelos cristãos perseguidos no Paquistão.

O evento decorre no sábado em Fátima e domingo em Lisboa, na Igreja de S. Pedro de Alcântara.

No sábado está prevista uma missa, às 15h30, na Capelinha das Aparições, celebrada pelo arcebispo de Lahore. Monsenhor Sebastian Shaw pretende “rezar por todos os cristãos do Paquistão, para estar junto de Nossa Senhora e também colocar nas suas mãos esta intenção de oração e de protecção destes nossos irmãos na fé”, afirma a directora nacional da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, Catarina Martins.

No domingo, em Lisboa, pelas 17h30, haverá adoração, seguida de oração do terço. “O senhor bispo fará um testemunho sobre a actual situação que os cristãos estão a viver no Paquistão”, explica Catarina Martins. Este momento de oração é encerrado com uma Missa às 19h00.

A responsável da AIS diz que o arcebispo de Lahore pretende nestes dois dias “alertar que há muitos países no mundo onde os cristãos são perseguidos, onde os cristãos estão a sofrer. Também no Paquistão – onde a comunidade cristã é uma comunidade minoritária, cerca de 2% da população – tem havido vários ataques, que têm levado a que cada vez seja mais perigoso demonstrar publicamente a fé”.

Perseguidos no Paquistão

Um dos grandes atentados contra os cristãos paquistaneses aconteceu no domingo de Páscoa do ano passado.

Foi no dia 27 de Março de 2016 que uma grande explosão interrompeu a tarde de jogos e passeio no parque central Gulshan Iqbal de Lahore, no leste do país.

Muitos cristãos estavam a passar ali o dia com a família, o que é comum durante a celebração da Páscoa, quando, de repente, sofreram um ataque de um suicida que se fez explodir na zona do estacionamento.

O balanço do massacre foram 78 vítimas mortais, entre elas 31 crianças e mais de 300 feridos.


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  • Silva Tornado
    29 jan, 2017 Fundâo 14:07
    O costa podia pedir à India para interferir.Aqui é que se via se a India é uma democracia.O Paquistão é já ali ao lado.