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Festival O Sol da Caparica arranca quinta-feira. "Será o melhor de sempre"

16 ago, 2023 - 19:55 • Lusa

O festival, que vai na 8.ª edição, é promovido pelo Grupo Chiado e pela Câmara de Almada, e abraça géneros que vão desde o pop ao hip-hop, passando pelo rock e pela música africana.

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O Festival O Sol da Caparica arranca na quinta-feira para quatro dias de música lusófona com mais de 80 artistas que atuarão em cinco palcos espalhados pelo Parque Urbano da Costa da Caparica, no concelho de Almada.

O festival, que vai na 8.ª edição, é promovido pelo Grupo Chiado e pela Câmara Municipal de Almada, e abraça géneros que vão desde o pop ao hip-hop, passando pelo rock e pela música africana.

Regula, Bispo, Ivandro, Chico da Tina, José Cid e Poesia Acústica são alguns dos nomes a atuar no evento que decorre até domingo e é classificado pela presidente da Câmara Municipal de Almada como um grande momento de comunhão cultural.

"O Sol da Caparica tem um fator emotivo que é um grande orgulho", disse a autarca Inês de Medeiros em declarações à agência Lusa durante uma visita ao recinto, acrescentando tratar-se de uma celebração da língua portuguesa.

O presidente executivo do Grupo Chiado, Zahir Assanali, garantiu que o espaço foi melhorado em vários aspetos "para que nada falhe e decorra na perfeição", prevendo que "este será o melhor de sempre".

No início de abril, a organização anunciou os primeiros nomes de artistas que vão estar neste festival lusófono, entre os quais Léo Santana, Carolina Deslandes, Nininho Vaz Maia, Matias Damásio e Paulo Gonzo, Badoxa, João Pedro Pais, Valete, seguindo-se novos anúncios com a confirmação de Regula, Bispo, Ivandro, Chico da Tina, José Cid e Poesia Acústica.

Segundo a organização, o primeiro dia de festival promete uma mistura de novidades com a estreia de Sippinpurpp, no palco Kavi Music, e, no palco Dom Tápparo, Poesia Acústica, um movimento artístico que remete para as batalhas de rimas dos anos de 1990.

O Palco Dom Tápparo promete ser o centro de atrações e, entre as várias performances do primeiro dia, destacam-se as de Carolina Deslandes, Dillaz e Léo Santana, o cantor de "Zona de Perigo". Outro nome anunciado para o primeiro dia, no palco Red Tazz, é a carioca Treyce.

No segundo dia, no Palco Dom Tápparo, atuará Bispo, que acaba de apresentar dois temas no seu regresso aos lançamentos, "Pontos Finais" e "Planeta", José Cid, com mais de 60 anos de carreira, Wet Bad Gang, Julinho Ksd, Valete e MC Pedrinho.

No sábado, o cartaz do palco Dom Tápparo terá como artistas Nininho Vaz Maia, a fadista portuguesa Mariza, João Pedro Pais, Deejay Telio e Chico da Tina.

No último dia de festival, apresentam-se Matias Damásio, Ivandro, Regula, Lon3r Johny, Bateu Matou e Excesso, que depois de 20 anos ausente dos palcos estão de volta às lides musicais.

No palco Red Tazz, atuará Rita Laranjeira e a dupla de artistas e produtores cabo-verdianos Supa Squad.

Plutonio, Vitor Kley, Ena Pá 2000, Rita Rocha, Pedro Mafama, Danni Gato, Van Zee, Xtinto e Josslyn e Jüra vão também passar pelos palcos do festival.

Em declarações à agência Lusa, Wet Bed Gang, que participam pela terceira vez neste festival, explicaram que têm uma boa expectativa para o evento que decorre num espaço onde o público tem "uma "vibe" mais solta".

Já para Jüra esta será a sua estreia enquanto artista num festival que conhecia apenas como espectadora.

"Quero muito dar tudo o que temos. Preparámos um alinhamento especial para o festival, mais dançável, para celebrarmos a vida", disse.

Entretanto, nas redes sociais, T-Rex anunciou o cancelamento do seu concerto no festival, por a organização não ter assegurado "as condições essenciais para a realização" do espetáculo.

Questionado pela Lusa, Zahir Assanali explicou que "o artista achava que não devia atuar à hora que a produção disse que devia ser", por "exigência do "manager"", e realçou: "Os horários são definidos por nós e não pelos artistas".

Os bilhetes para O Sol da Caparica têm um custo diário que varia entre os 20 euros, para maiores de 65 anos, e os 26 euros.

Para os habitantes do concelho de Almada, o custo diário será de 22 euros.

O festival tem ainda diferentes passes: para os quatro dias o custo de adulto é de 75 euros, o passe familiar para dois adultos e dois jovens até aos 16 anos é de 145 euros, para os recenseados no concelho de Almada o custo é de 63 euros para os quatro dias e, para os maiores de 65 anos, de 60 euros.

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