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D. Américo Aguiar quer diocese "a caminho de um futuro maior”

06 fev, 2024 - 11:43 • Olímpia Mairos

A renúncia quaresmal da Diocese de Setúbal terá como destinos o Fundo de Emergência Diocesano, que apoia as pessoas em situações críticas, e as crianças vítimas da guerra na Terra Santa.

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O cardeal D. Américo Aguiar assume-se, na sua mensagem de Quaresma, como “um peregrino da esperança”, lembrando que na sua primeira Carta Pastoral se dirigiu a Setúbal como “Peregrina da Esperança”, “tomando o tema do Jubileu 2025, que coincide com o 50.º aniversário da Diocese”.

“Nesta caminhada quaresmal quero, também eu, ser convosco um ‘peregrino da esperança’, escreve, explicando que “o itinerário da Quaresma reflete, de facto, a atitude que desejo para a Igreja de Setúbal: “grata pelo que percorreu, mas a caminho de um futuro maior”.

O prelado deseja, por isso, que “este possa ser um tempo forte neste ‘Ano da Oração’”, como foi pedido pelo Papa Francisco, com preparação do próximo Jubileu.

“Como nos lembra o Santo Padre, ‘na Quaresma, agir é também parar’, na ‘oração’ e ‘na presença do irmão ferido’”, assinala.

O bispo de Setúbal informa que nesta Quaresma, e ao longo do Tempo Pascal, “serão disponibilizadas meditações para nos ajudarem a ‘parar’, porque este é um caminho que só se faz parando”.

“O caminho do peregrino é sempre pessoal, mas desafio a que possamos partilhá-lo em Igreja: na família, na comunidade paroquial, nos movimentos laicais e nas comunidades de vida religiosa. Que este possa ser um tempo forte neste ‘Ano da Oração’, como o nosso querido Papa Francisco nos pede em preparação do próximo Jubileu”, escreve D. Américo Aguiar.

O prelado sublinha ainda que “parar na oração leva-nos a parar diante do irmão” e que “a peregrinação de cada um traduz-se sempre numa renúncia posta para o bem dos outros”.

Neste contexto, informa que, este ano, a renúncia quaresmal na Diocese terá dois destinos: “O Fundo de Emergência Diocesano, que apoia as pessoas que nos batem à porta em situações críticas; as crianças vítimas da guerra na Terra Santa, a entregar ao meu irmão Cardeal Pierbattista Pizzaballa, Patriarca Latino de Jerusalém”.

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