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​Escuteiros na JMJ. 800 no acolhimento, todos por “um mundo melhor”

27 jul, 2023 - 13:44 • Cristina Nascimento

Jornada Mundial da Juventude em Lisboa foi adiada de 2002 para 2023, por causa da pandemia. A JMJ vai coincidir com o encontro internacional de escuteiros, o 25º Jamboree Mundial, que este ano realiza-se na Coreia do Sul.

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Pelo menos 800 escuteiros acolhem por estes dias os milhares de peregrinos que chegam para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ). São eles que asseguram o funcionamento do centro montado na Universidade Católica, em Lisboa.

Este é um dos contributos que os escuteiros dão para a JMJ, uma jornada que, por ter sido adiada de 2022 para 2023 devido à pandemia, vai coincidir com o 25º Jamboree Mundial, o encontro internacional de escuteiros, que se realiza também no início de agosto na Coreia do Sul.

José Rodrigues, da Chefia Nacional do Corpo de Escutas, reconhece que o calendário não foi favorável, mas assegura que, até os que estão na Coreia, estarão unidos à JMJ.

“Infelizmente, não podem viver esta esta vivência da jornada em direto, estando presentes, mas estarão noutra dimensão, noutra comunhão, também com jovens do mundo inteiro”, destaca.

Este dirigente escutista garante que o “espírito escutista e fraternal” de contribuir “para um mundo melhor” vai estar dividido “noutras geografias, neste caso na Coreia, longe, mas seguramente ligadas pelo coração a tudo o que vai estar a acontecer aqui em Lisboa”.

José Rodrigues é um dos elementos da delegação de escuteiros que visitou esta quinta-feira de manhã a sede da JMJ, em Lisboa. Foi uma oportunidade para o presidente da fundação JMJ, D. Américo Aguiar, lembrar que os ensinamentos do fundador dos escuteiros também estão presentes no espírito da Jornada Mundial da Juventude.

“Baden Powell dizia que, no fim, o objetivo é deixar o mundo um pouquinho melhor e nós também queremos e desejamos que a Jornada Mundial da Juventude, que a participação na Jornada Mundial da Juventude por parte dos jovens, também signifique, no fim das suas vidas, isso possa ter colaborado para que eles tomassem decisões importantes nas suas vidas para, no fim, deixarem o mundo um pouquinho melhor”, lembrou.

Além dos 800 escuteiros portugueses que estão no acolhimento dos peregrinos, há outros a prestar apoio, por exemplo, na área da Proteção Civil. Está também em curso um acampamento de escuteiros internacionais, na Costa da Caparica, no qual marcam presença 800 elementos de vários pontos do mundo.

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