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Vaticano reforça normas de segurança e impõe restrições a não vacinados

13 jan, 2022 - 00:21 • Ecclesia

Foram suspensas quaisquer viagens de trabalho entre 10 de janeiro e o final de fevereiro e agora é exigido um certificado de vacinação “reforçado” para todos os visitantes dos Museus e dos Jardins, bem como aos participantes em congressos.

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O Estado da Cidade do Vaticano determinou o uso obrigatório de máscaras FFP2 em todos os ambientes fechados, até 28 de fevereiro, e vai impor restrições para funcionários e visitantes que não estejam vacinados contra a Covid-19.

A informação foi anunciada esta quarta-feira, em nota enviada aos jornalistas, e consta de uma norma assinada a 5 de janeiro pelo presidente do Governo da Cidade-Estado, arcebispo Fernando Vérgez Alzaga, e a secretária-geral, irmã Raffaella Petrini.

O Vaticano suspendeu quaisquer viagens de trabalho entre 10 de janeiro e o final de fevereiro, exigindo estendeu a exigência do certificado de vacinação “reforçado” para todos os visitantes dos Museus e dos Jardins, bem como de participantes em congressos.

A partir de 31 de janeiro, todos os funcionários do governo do Estado da Cidadedo Vaticano terão de apresentar este mesmo “passe verde”, sob pena de terem faltas injustificadas ao trabalho.

As regras para contactos com casos positivos mudam conforme o estatuto de vacinação: os não vacinados só podem voltar ao trabalho após 10 dias de isolamento, mediante exame negativo; que se vacinou com duas doses há mais de quatro meses terá de cumprir quarentena de cinco dias e apresentar teste negativo.

Quem tiver sido vacinado com duas doses há menos de 120 dias ou já tiver recebido a dose de reforço pode continuar a frequentar o local de trabalho, mediante uso de máscara FFP2 “em todos os lugares, abertos ou fechados”.

Esta segunda-feira, o Papa defendeu que se possa continuar o esforço por “imunizar, ao máximo possível, a população” contra a Covid-19, falando numa “obrigação moral”. “Muitas vezes deixamo-nos determinar pela ideologia do momento, frequentemente construída sobre informações infundadas ou factos pouco documentados”, alertou.

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