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​Papa admite “erros graves” na avaliação do caso de abusos sexuais no Chile

12 abr, 2018 - 07:14

Francisco quer encontrar-se, no Vaticano, com vítimas para lhes pedir perdão.

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O Papa admite ter cometido “erros graves” na avaliação do escândalo de abusos sexuais no Chile e convidou as vítimas que tinha desacreditado a ir a Roma para que lhes possa pedir perdão.

Num documento extraordinário publicado quarta-feira, o Papa também convocou os bispos do Chile para uma reunião de emergência no Vaticano nas próximas semanas para discutir o escândalo, que prejudicou a sua reputação e a da igreja chilena.

Francisco culpou a falta de "informação verdadeira e equilibrada" pelo seu erro na avaliação do bispo Juan Barros, que o levou a defender o bispo apesar das acusações das vítimas de que o padre chileno testemunhou e ignorou os abusos.

O Papa enviou o mais respeitado investigador de abusos sexuais do Vaticano, o arcebispo Charles Scicluna, para investigar o escândalo.

Apesar do documento não revelar as conclusões de Charles Scicluna, o Papa deixou claro que os bispos precisam de “reparar o escândalo sempre que possível e restabelecer a justiça".

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