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Montenegro compromete-se com "rendimento mínimo de 820 euros" para reformados

28 nov, 2023 - 20:10 • Redação

O líder social-democrata refere que a interpretação "errada" da proposta do PSD não foi por causa de um "lapso" nem de um "truque" do próprio.

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Luís Montenegro reitera que "não há confusão nenhuma" sobre a proposta do PSD de criar um rendimento mínimo de 820 euros para todos os pensionistas que beneficiam do Complemento Solidário para Idosos.

No sábado, o presidente do PSD, Luís Montenegro, anunciou no Congresso do partido, uma subida do valor de referência do CSI para 820 euros no final da próxima legislatura (em 2028) se vencer as legislativas antecipadas de 10 de março, e comprometeu-se a aumentar as pensões de acordo com a lei.

O CSI é um apoio em dinheiro pago mensalmente aos idosos de baixos recursos, com mais de 66 anos e quatro meses e residentes em Portugal.

O líder social-democrata refere que a interpretação "errada" da proposta do PSD não se tratou nem de um "lapso" nem de um "truque" do próprio.

"Há muita gente que fala do que não sabe, até responsáveis políticos. Rendimento mínimo garantido tem assegurado o rendimento de 820 euros. Estamos a falar de todas as pessoas que não têm rendimento até 820 euros", disse, aos jornalistas.

"Também disse, nem toda a gente tenha notado, o meu objetivo é numa segunda legislatura fazer coincidir com o salário mínimo atualizado", prometeu também.

Luís Montenegro reiterou, ainda, que está "disponível para explicar de forma calma e tranquila" a proposta do PSD para os pensionistas.

"Isto não é conversa para eleitor ver. Não é eleitoralista por só agora nos preocuparmos com a valorização das pensões", referiu.

Sobre os resultados da sondagem mais recente da Católica, que dá um PSD colado ao PS, o líder social-democrata desvalorizou.

"Porque é que o PS perdeu pontos desde o ano passado?", questionou, em resposta.

Montenegro quer "esclarecer os eleitores e motivá-los para a mudança que se impõe".

E acredita que o PSD "está em condições ótimas" para ganhar as próximas eleições, porque o partido "está com uma margem de crescimento à sua frente e tem de aproveitar".

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