Tempo
|
A+ / A-

Jornadas Parlamentares

Montenegro avisa Costa: “poder não é eterno” e “está a chegar a vez” do PSD

23 mai, 2023 - 14:02 • Lusa

"A democracia é isto, já tiveram o vosso tempo, já tiveram a vossa oportunidade e já a desperdiçaram", sublinha líder do PSD no encerramento das jornadas parlamentares, na Madeira.

A+ / A-

O presidente do PSD avisou esta terça-feira o primeiro-ministro de que “o poder não é eterno” e que os socialistas “já tiveram a sua oportunidade e desperdiçaram-na”, dizendo estar a chegar “a vez” de os sociais-democratas governarem.

No encerramento das Jornadas Parlamentares do PSD, que decorreram na Madeira, onde o partido governa desde 1976, Luís Montenegro aconselhou também António Costa a “tomar um banho de realidade” e a ser mais humilde.

“O poder não é eterno, o poder serve para mudar e transformar a vida das pessoas, e é preciso saber conviver com a circunstância de umas vezes sermos nós a protagonizar essa mudança e outras vezes serem outros”, afirmou.

Luís Montenegro acrescentou que “o mundo não vai acabar quando acabar o Governo do PS”.

“Não é preciso estarem tão agarrados, estão ali como lapas, ali agarradinhos, a democracia é isto, já tiveram o vosso tempo, já tiveram a vossa oportunidade e já a desperdiçaram. Está a chegar a nossa vez, vamos estar no sítio certo para ganhar eleições e governar Portugal”, disse.

[em atualização]

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • José J C Cruz Pinto
    23 mai, 2023 ÍLHAVO 14:52
    E vamos querer este desperdício político? [Ouvi-o dizer há dias que era essencial o actual governo saber gerir-se (... e é bem verdade ...), ... mas pareceu-me que não soube conjugar o verbo no conjuntivo, ... se acaso ouvi bem. Vai então querir gerir o quê?]

Destaques V+