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Marcelo insiste que Governo deve revelar previsões económicas

21 set, 2022 - 14:38 • Redação, com Lusa

Presidente da República considera "importante" que o Governo divulgue cenários macroeconómicos, para que "os portugueses perceberem o porquê das decisões”.

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O Presidente da República insistiu, esta quarta-feira, que o Governo deve revelar as previsões económicas para o próximo ano.

Marcelo Rebelo de Sousa considera que "era importante" que os portugueses soubessem qual é o cenário macroeconómico e que assim se perceberia que "espaço de manobra" existe no Orçamento do Estado (OE) para 2023.

"Como o Orçamento do Estado está, certamente, praticamente pronto, é costume apresentá-lo aos partidos, mas acho que era importante dizer aos portugueses: "os cenários que há para os tempos que vêm aí são estes"", sustentou Marcelo Rebelo de Sousa, à margem de uma aula que deu no Escola Secundária Pedro Nunes, em Lisboa, o antigo liceu que frequentou.

E acrescentou: "Aí dá para perceber o espaço de manobra que há para o Orçamento do Estado que aí vem.".

O chefe de Estado reforçou que o "mais importante neste momento" é os portugueses "perceberem qual é a visão que têm os governantes", em concreto Fernando Medina que tem a tutela das Finanças, sobre o "futuro próximo", apesar de reconhecer "toda a dificuldade que isso implica".

"Como é que se vê o crescimento do PIB [Produto Interno Bruto], o crescimento económico, a evolução da inflação, do emprego, das contas públicas... Já se sabe que é muito difícil fazer essa previsão, mas tem de haver uma de base, quando se faz um Orçamento há uma previsão de base", completou.

O Presidente da República considera que esta é uma matéria do interesse do próprio Governo.

“É do interesse dos portugueses, em primeiro lugar, mas é do interesse do Governo e das oposições para sabermos, mais ou menos, daquilo que estão a falar. O crescimento do ano que vem é 1%, 2%, não é possível calcular? Estamos a falar em que base? Isso é muito importante para saber que margem tem o Governo para tomar certas decisões. Se não é mais difícil para os portugueses perceberem o porquê das decisões”, reforçou.

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