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PS admite escolas fechadas e ensino à distância até depois do Carnaval

27 jan, 2021 - 18:42 • Redação com Lusa

"Nos próximos 15 dias, ou três semanas, espera-se que venha a ocorrer o momento de maior stress sobre todo o sistema de saúde", afirma o secretário-geral adjunto socialista.

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As escolas poderão continuar fechadas nas próximas duas a três semanas, até depois do Carnaval (16 de fevereiro), admite o secretário-geral adjunto do Partido Socialista, José Luís Carneiro, no final de uma audiência com o Presidente da República sobre a vacinação do estado de emergência.

A pressão máxima sobre os serviços vai ser atingida nas próximas semanas, diz o “número dois” do PS, daí que o novo decreto do Estado de Emergência já preveja a possibilidade de ensino à distância.

"O PS manifestou apoio à renovação do estado de emergência para consolidar e reforçar os meios jurídicos que possibilitem ao Governo adotar as medidas necessárias tendo em vista fazer face às dificuldades com que o país está confrontado do ponto de vista da saúde pública, mas também do ponto de vista das condições de ensino e de aprendizagem", declarou José Luís Carneiro.

De acordo com José Luís Carneiro, o Presidente da República transmitiu ao PS que "pretende dar enquadramento jurídico e constitucional ao decreto de estado de emergência, permitindo que o Governo, se assim o entender, possa avançar para o ensino não presencial com recurso às novas tecnologias".

"Portanto, é um cenário que de forma alguma se pode excluir, tendo em consideração a importância de proteger a vida e a saúde e, ainda, que nos próximos 15 dias, ou três semanas, espera-se que venha a ocorrer o momento de maior stress sobre todo o sistema de saúde", justificou.

Logo na sua declaração inicial, o secretário-geral adjunto do PS referiu-se à questão das escolas, que estão encerradas desde o passado dia 22.

"Queremos fazer o mais rapidamente possível a recuperação do ensino, mas a retoma está em avaliação. Em princípio, essa retoma poderá acontecer em termos de ensino à distância", apontou, dizendo que nas duas a três próximas semanas a situação sanitária no combate à covid-19 ainda será complexa.

Comentários
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  • EU
    27 jan, 2021 PORTUGAL 22:41
    Senhor Secretário Geral do PS, fui para o Serviço Militar uns dias depois do seu nascimento. Fui para África e sem a CERTEZA que voltaria. Apeado LÁ, não demorei muito para ter essa certeza. E sabia que um dia VOLTARIA porque tinha um COMANDANTE que não era Homem de ZIG/ZAG. Logo no primeiro dia disse-nos que o nosso DIA a DIA era de ALERTA TOTAL. Felizmente, os que fomos, VIEMOS. Tivemos DIAS e NOITES. Tivemos SOL e CHUVA. Tivemos CALOR e FRIO. Tivemos também GRANDES CACIMBADAS. Viemos TODOS. Lá o PALUDISMO, cá o Covid. Repito mais uma VÊZ, viemos todos. E porque viemos? Tinha-mos um COMANDANTE. As ORDENS eram CUMPRIDAS escrupulosamente. Havia RESPEITO sem resmungar. Agora e AQUI não há COMANDANTE. O que é DITO hoje, amanhã já é o CONTRÁRIO. Espero e DESEJO que como na altura, VIVAMOS TODOS.

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