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Guerra Israel-Hamas

Milhares marcham em Lisboa para "parar o massacre" em Gaza

18 nov, 2023 - 17:50 • Ana Catarina André , João Malheiro

O lema de quem caminha entre a Praça do Município e a Assembleia da República é "Fim ao Genocídio. Palestina Livre, já!".

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Manifestação pró-palestina em Lisboa. Foto: Ana Catarina André/RR
Manifestação pró-palestina em Lisboa. Foto: Ana Catarina André/RR
manifestação pró-palestina em Lisboa. Foto: Ana Catarina André/RR
manifestação pró-palestina em Lisboa. Foto: Ana Catarina André/RR

Milhares de pessoas manifsetam-se este sábado contra o genocídio em Gaza e a favor da libertação da Palestina, em Lisboa.

A marcha foi organizada pela Plataforma Unitária de Solidariedade com Palestina, que reúne vários coletivos que apelam a um apoio aos cidadãos palestinianos.

O lema de quem caminha entre a Praça do Município e a Assembleia da República é "Fim ao Genocídio. Palestina Livre, já!".

À Renascença, a porta-voz da organização realça que "já vamos no dia 43 de ataques a Gaza e continua o massacre e a limpeza ética".

"Ao contrário dos estados que apoiam Israel e reclamam o direito a autodefesa de Israel relembramos que a sociedade civil não se deixa enganar pela propaganda israelita e pelo lobby israelita", afirma Paula Cruz.

Manifestação pró-palestina em Lisboa. Foto: Ana Catarina André/RR
Manifestação pró-palestina em Lisboa. Foto: Ana Catarina André/RR

Na marcha marcou presença a líder do Bloco de Esquerda que reiterou, à Renascença, que "é preciso parar o massacre".

Mariana Mortágua defende que "Israel tem de ser obrigado a parar o massacre, pelos mesmos meios que a comunidade internacional usou para acabar com o apartheid na África do Sul".

Também na marcha está o deputado do PCP Bruno Dias que, à Renascença, apela a um reconhecimento definitivo do Estado da Palestina.

"Na Assembleia da República há um debate que tem de avançar e ter concretização. A Assembleia da República assumiu há anos que o Governo reconhecesse o Estado da Palestina. Não se pode, da parte do Estado, deixar um povo ao abandono", aponta.

"Também é necessário dar força e voz ao clamor que por todo o mundo tem sido ouvido", acrescenta.

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