Siga-nos no Whatsapp
A+ / A-

Professores desafiam João Costa a encontrar soluções que tragam paz às escolas

12 jun, 2023 - 18:27 • Redação com Lusa

O secretário geral da FNE referiu, no último parágrafo desta carta aberta, que "há a disponibilidade para retirar os pré avisos de greve às avaliações e aos exames desde que o ministério da educação entenda por bem dar resposta positiva a este nosso desafio”.

A+ / A-

Os Sindicatos de Professores escreveram ao ministro da educação uma carta aberta para desafiar João Costa a sentar-se à mesa das negociações para encontrar soluções que tragam paz às escolas

As nove organizações sindicais, que assinam a carta , mostram disponibilidade para rasgar os pre avisos de greve aos exames. Ao ministro pedem disponibilidade como refere Pedro Barreiros, secretário geral da Federação Nacional da Educação (FNE):

“Caberá ao Ministério da Educação, mais do que o discurso em que afirma essa disponibilidade dizer de forma bem afirmativa que mais do que o discurso existem práticas na procura dessas funções."

O secretário geral da FNE referiu, no último parágrafo desta carta aberta, que "há a disponibilidade para retirar os pré avisos de greve às avaliações e aos exames desde que o ministério da educação entenda por bem dar resposta positiva a este nosso desafio”.

Pedro Barreiros, um dos subscritores da carta aberta ao ministro da educação, em declarações à Jornalista Fátima Casanova, avisa que os problemas a debater não se ficam pela recuperação dos mais de seis anos de tempo de serviço congelado. É preciso resolver os problemas de violência e indisciplina, assim como trazer mais jovens para a profissão.

Saiba Mais
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • Cidadao
    13 jun, 2023 Lisboa 16:35
    A Fenprof anda nisto há demasiado tempo para não saber à partida que vai ser ignorada como em todas as outras pseudo-negociações. Assim sendo, quais as verdadeiras intenções? Tapar o Sol com a peneira fingindo que está a fazer alguma coisa? Lavar as mãos de cartazes com 5 meses e mais que vistos, e onde só os empedernidos PS vislumbram "racismo"? Transferir "culpas" de cartazes que até forma feitos por um filiado na Fenprof, para o STOP? tentar conquistar uma migalha e apresentar isso como uma grande conquista? Não sei qual a intenção, mas a Fenprof faria melhor em não andar a brincar aos sindicatos e defender mesmo os associados, é para isso que recebe quotas
  • ex-professor
    13 jun, 2023 Felizmente 10:54
    Esta iniciativa da Fenprof, é o mesmo que a excursão pela EN 2: UMA PURA PERDA DE TEMPO. Foram ignorados durante meses e meses de pseudo-negociações, para acabarem com a imposição dum decreto que só agrava condições. Em vez destas iniciativas pífias só para dar a entender que estão a fazer alguma coisa, sugiro recorrer aos Tribunais a contestar a diferença de tratamento e condições entre os professores das Ilhas e os do Continente, e claro, a recorrerem ao Tribunal Constitucional para retirar a hipótese de serviços mínimos na Educação ao abrigo de “necessidades sociais impreteríveis”, que na realidade não existem – nem a sobrevivência de alguém está em risco, como também os Exames e avaliações podem realizar-se noutra data. Isto das "necessidades sociais impreteríveis", nunca passou dum pretexto para acabar com as greves e é quase um crime de inércia sindical, e que os Sindicatos não tenham visto isso enquanto “tomavam chá com a Milú”.

Destaques V+