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Professores em protesto

Fenprof marca acampamento de três dias junto ao Ministério da Educação

09 jan, 2023 - 12:18 • Cristina Nascimento

Sindicato contesta medidas previstas pela tutela para a revisão do regime de concursos de professores.

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A Federação Nacional de Professores (Fenprof) marcou um acampamento de três dias, em protesto contra medidas que o Ministério da Educação pretende implementar, por exemplo, ao nível do regime de concursos de professores.

O protesto vai decorrer entre 10 e 13 de janeiro.

"A Fenprof considerou 10 de janeiro como prazo para o Ministro da Educação abandonar as intenções, manifestadas em documentos entregues aos sindicatos, para revisão do regime de concursos e também para calendarizar processos negociais relativos a outras matérias, como a carreira, combate à precariedade, aposentação, horários de trabalho ou mobilidade por doença", lê-se no comunicado.

A estrutura sindical acrescenta que não prevê que haja respostas às solicitações até ao fim da data limite e, por isso, avançam desde já com este acampamento que, assegura, é uma "!forma de protesto e luta, mas também demonstração de disponibilidade para a negociação".

O acampamento terminará dias antes da paralisação que começará a 16 de janeiro. Será uma greve que terá lugar distrito a distrito e que termina a 11 de fevereiro, dia para o qual a Fenprof agendou uma manifestação nacional.

Antes desta manifestação de 11 de fevereiro, poderá realizar-se uma outra concentração de professores e educadores, na terceira semana de janeiro, no dia em que for agendada uma nova reunião com o Ministério da Educação.

[em atualização]

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Comentários
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  • Ex-Professor
    09 jan, 2023 5 de Out 14:46
    Em vez de fantochadas destas - a juntar a outras como abaixo-assinados, manifestações de fim-de-semana, vigílias, cordões humanos e greves de 1 dia, mesmo que repetidas 18 vezes ... - deviam era ameaçar com greve a avaliações de fim de período e de correção de provas de exames. viável principalmente porque os Tribunais já se pronunciaram e não havendo serviços mínimos na Educação, a Requisição Civil é altamente questionável. Mas claro, isso implicava sair do universo das lutas "fofinhas" e perder amigos e benesses que os sindicatos do regime colecionam da parte dos governos ...
  • Arlindo costa
    09 jan, 2023 Póvoa de varzim 13:04
    Enquanto estiver o Bruno de carvalho

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