Siga-nos no Whatsapp
A+ / A-

Seca. Albufeiras a 81% da capacidade, mas duas ainda a menos de 20%

27 dez, 2022 - 15:36 • Lusa

A bacia do Ave era a que registava, na segunda-feira, maior armazenamento, enquanto que as bacias do Mira, Alentejo, Sado e Arade eram as que tinham menos água, apesar da chuva, indica a Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

A+ / A-

As albufeiras portuguesas estavam na segunda-feira a 81% da capacidade, um volume global que aumentou desde a semana passada, mas ainda há duas barragens a menos de 20%, indica a Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

Num boletim semanal sobre o armazenamento nas albufeiras, com as disponibilidades hídricas contabilizadas a 26 de dezembro, a APA indica que, das 70 albufeiras monitorizadas (de um total de 80) no continente, 38 estão com um volume de armazenamento entre 81 e 100%.

Entre 61 e 80% da capacidade estão 13 albufeiras, cinco estão a meio da capacidade (51 a 60%), outras cinco num valor entre 41 e 50%, sete a menos de 40% (entre 21 e 40%) e duas a menos de 20% da capacidade.

Duas barragens continuam críticas

Em situação crítica estão as barragens de Campilhas e Monte da Rocha, ambas na bacia hidrográfica do Sado. Bravura, no Barlavento Algarvio, estava também a menos de 20% da capacidade há uma semana, mas o boletim da APA não tem agora dados sobre essa albufeira.


Das 14 bacias hidrográficas monitorizadas, oito estavam com um armazenamento de água acima da média e seis abaixo.

Comparando com os dados de dia 19, a 26 de dezembro havia um aumento de volume em 13 bacias hidrográficas e a diminuição numa, na bacia do Sado. O volume total armazenado aumentou 0,62% desde a semana passada.

De acordo com os dados da APA, a bacia do Ave era a que registava na segunda-feira maior armazenamento (96%), seguida das bacias do Douro e Tejo, ambas a 91,9%. As bacias do Mira, Alentejo, Sado e Arade eram na segunda-feira as que tinham menos água.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Destaques V+