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Hospital de Loures. Urgência de obstetrícia fechada até sábado

24 jun, 2022 - 12:22 • Ricardo Vieira

No período entre as 14h00 de hoje e as 8h00 da manhã de sábado, "as grávidas devem dirigir-se/serão encaminhadas para outras unidades da rede da cidade de Lisboa", pedem as autoridades de saúde.

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A urgência de ginecologia/obstetrícia do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, vai estar fechada entre as 14h00 de hoje e as 8h00 da manhã de sábado.

A informação foi avançada pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), em comunicado enviado à Renascença.

No período entre as 14h00 de hoje e as 8h00 da manhã de sábado, "as grávidas devem dirigir-se/serão encaminhadas para outras unidades da rede da cidade de Lisboa", pedem as autoridades de saúde.

A urgência do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, vai estar encerrada até amanhã, mas "os restantes serviços de Ginecologia/Obstetrícia da Região estão a funcionar dentro da normalidade", adianta a ARSLVT.

Diogo Ayres Campos prefere que não seja necessário recorrer aos privados
Diogo Ayres Campos prefere que não seja necessário recorrer aos privados

No mesmo comunicado, a Administração Regional de Saúde ressalva que, em caso de limitações em unidades hospitalares, poderá ser pedido ao CODU/INEM para transportar as grávidas para outras unidades no âmbito do mecanismo de gestão implementado.

"Os hospitais que, por períodos transitórios, acionam o desvio de CODU mantêm a urgência externa a funcionar, dando resposta a quem lá se dirigir pelos seus meios. Neste caso, as grávidas transportadas pelo CODU/INEM serão encaminhadas para outras unidades da Região, as quais assegurarão a resposta e o funcionamento em rede", esclarece a ARSLVT.

O Ministério da Saúde e os sindicatos dos médicos estiveram reunidos esta semana. Não chegaram a um acordo, mas o Governo vai avançar com o pagamento de 50 euros à hora, para as horas suplementares, adiantou a ministra da Saúde, Marta Temido.

"O Governo apresentou uma proposta com o valor de 50 euros à hora para as horas suplementares, para além das horas que constituem o limite legal de 150 horas que são realizadas por estes profissionais de saúde. Não foi entendimento dos sindicatos que esta proposta fosse uma solução suficiente", referiu Marta Temido, em declarações aos jornalistas, após a reunião com as estruturas sindicais sobre as remunerações dos clínicos em serviço de urgência.

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