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Misericórdias reclamam “apoio imediato” do Estado para compensar subida do preço da energia

29 mar, 2022 - 14:06 • Henrique Cunha

O presidente da União das Misericórdias Portuguesas, Manuel Lemos, queixa-se de "efeitos devastadores" decorrentes do aumento de preço do gás e dos combustíveis, que colocam em risco muitas instituições.

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O presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), Manuel Lemos, diz que a subida dos preços da energia "está em causa a sobrevivência das instituições", reclamando, por isso, "apoio imediato” do Estado.

Em declarações à Renascença, Manuel Lemos fala de "efeitos devastadores" decorrentes do aumento de preço do gás e dos combustíveis e exige uma intervenção imediata do Governo.

“Precisamos de um apoio imediato. Não é para ser compensado em maio ou junho ou julho, não. É já, para a semana ou dentro de 15 dias, porque o que está em causa é a sobrevivência das instituições e a qualidade da prestação do cuidado”, reforça .

Manuel Lemos diz que não está a negociar preços, mas “a negociar a sobrevivência porque o preço que recebemos pelo trabalho que estamos a realizar é manifestamente abaixo daquilo que é obrigação do Estado”.

O presidente da UMP dá o exemplo da Misericórdia de Montalegre, onde os gastos com a energia duplicaram nas últimas semanas.

"Estamos a trabalhar com uma margem negativa evidente e qualquer mexida como aquela a que estamos a assistir no custo dos bens consumíveis são devastadores."

"No caso concreto dos combustíveis, eles são fundamentais para podermos prestar apoio domiciliário ou fazer o transporte das pessoas de casa para os centros de dia”, reforça.

Manuel Lemos defende que "o Estado tem que ter com o sector social a mesma abordagem que tem com o SNS”.

"Se nós vemos um Estado a gastar dinheiro com esse sector ,também tem que ajudar com a proteção social."

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