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Autoagendamento da vacina Covid alargado a crianças entre 5 e os 11 anos

29 dez, 2021 - 08:14 • Lusa

O pedido de agendamento é exclusivo para os dias 6 a 9 de janeiro. A vacinação da segunda dose para as crianças abaixo dos 12 anos deverá acontecer entre os dias 5 de fevereiro e 13 de março.

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A marcação para a toma da vacina contra a Covid-19 para crianças entre os 5 e 11 anos está disponível, desde hoje, através do portal do autoagendamento para o período de 6 a 9 de janeiro.

"Estes quatro dias são dedicados exclusivamente à vacinação pediátrica e antecipam a possibilidade de vacinação de crianças dos 5 e 6 anos", pode ler-se no comunicado divulgado pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS).

Este será o segundo período destinado exclusivamente à vacinação de menores, depois de mais de 95 mil crianças entre os 9 e os 11 anos terem recebido a primeira dose da vacina pediátrica da Pfizer no fim de semana de 18 e 19 deste mês.

Segundo o planeamento da "task force", a vacinação da segunda dose para as crianças abaixo dos 12 anos deverá acontecer entre os dias 5 de fevereiro e 13 de março.

A Direção-Geral da Saúde divulgou na terça-feira que "as pessoas com 40 ou mais anos, que foram vacinadas com a vacina da Janssen há 90 ou mais dias, já podem recorrer aos centros de vacinação em regime "casa aberta"".

Está também em funcionamento a modalidade "casa aberta" para reforço de vacinação de todas as pessoas com 60 ou mais anos contra a Covid-19 e/ou contra a gripe, acrescenta.

As autoridades de saúde alertam os utentes que devem consultar os horários antes de se dirigirem a um centro de vacinação, lembrando que os períodos da tarde "têm geralmente menos afluência".

A Covid-19 provocou mais de 5,40 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 18.909 pessoas e foram contabilizados 1.303.291 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em vários países.

Uma nova variante, a Ómicron, considerada preocupante pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral, mas desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta, a 24 de novembro, foram notificadas infeções em pelo menos 110 países, sendo dominante em Portugal.

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