Tempo
|
Tudo o que precisa de saber sobre o Mundial 2022 Últimas Notícias Mundial 2022
Tudo o que precisa de saber sobre o Mundial 2022 Últimas Notícias Mundial 2022
Tudo o que precisa de saber sobre o Mundial 2022 Últimas Notícias Mundial 2022
A+ / A-

Covid-19

"Não há qualquer irregularidade na Cruz Vermelha", garante Francisco George

03 fev, 2021 - 19:42 • Lusa

Presidente da Cruz Vermelha considera que a associação à polémica causada pela demissão de Francisco Ramos está a prejudicar a instituição.

A+ / A-

Veja também:


A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) não cometeu irregularidades no âmbito do processo de vacinação contra a Covid-19, assegurou esta quarta-feira o presidente da instituição, Francisco George, lamentando a confusão com a gestão do Hospital da Cruz Vermelha.

“Não há qualquer irregularidade na Cruz Vermelha Portuguesa no que se refere ao processo de vacinação. Sublinho: não há qualquer irregularidade. As notícias que foram hoje difundidas dizem respeito ao hospital que também tem a designação Cruz Vermelha, mas que não é gerido pela Cruz Vermelha Portuguesa”, garantiu à Lusa, após esclarecer que a sociedade gestora do hospital passou em dezembro para a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

De acordo com o antigo diretor-geral da Saúde, a situação está já a prejudicar a CVP numa altura em que a organização está a angariar fundos “para serem aplicados nos trabalhos de prevenção e controlo da pandemia” de Covid-19.

“Estas notícias não ajudam, não são boas”, sintetizou Francisco George sobre a associação da Cruz Vermelha à polémica causada pela demissão de Francisco Ramos da coordenação da ‘taskforce’ responsável pelo processo de vacinação.

O ex-coordenador justificou a decisão com a descoberta de irregularidades na seleção para vacinação de profissionais de saúde no hospital da Cruz Vermelha, no qual ele próprio é presidente da comissão executiva.

Numa declaração enviada às redações, Francisco Ramos acrescentou que as irregularidades diziam respeito ao processo de seleção para vacinação de profissionais de saúde daquele hospital.

O Ministério da Saúde indicou que o funcionamento da ‘taskforce’ “mantém-se assegurado pelos restantes membros do núcleo de coordenação”, composto por elementos do Ministério da Defesa Nacional, Ministério da Administração Interna, Direção-Geral da Saúde e Autoridade Nacional do Medicamento.

A demissão ocorre numa altura em que são públicas diversas situações de vacinação indevida de várias pessoas em várias regiões do país e no dia em que arranca a vacinação em centros de saúde de idosos com 80 ou mais anos e de pessoas com mais de 50 anos com doenças associadas, numa fase que abrange cerca de 900 mil portugueses.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Destaques V+