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Linha Azul

Metro de Lisboa conta normalizar circulação mais cedo do que o esperado

30 set, 2020 - 09:00 • Redação

Comboio atingido levava 300 pessoas a bordo. Após o desabamento na Linha Azul, a Carris anunciou o reforçou duas carreiras.

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A circulação do metro entre as Laranjeiras e o Marquês de Pombal deverá ser retomada mais depressa do que o esperado. É esta a convicção do presidente do Conselho de Administração do Metro de Lisboa.

Depois do desabamento de terça-feira, que causou quatro feridos ligeiros e levou à interrupção da circulação num troço da Linha Azul, Vítor Santos diz que já há uma solução, só falta a aprovação do Laboratório Nacional de Engenharia Civil.

“Aguardamos a todo momento a aprovação. Toda a limpeza foi efetuada, o comboio retirado e o buraco está tapado. Esperamos, se tudo correr como previsto, reduzir os prazos do corte da Linha Azul entre as Laranjeiras e o Marquês de Pombal.”

Na conferência de imprensa, desta manhã, o mesmo responsável disse ainda esperar que não haja mais erros nas obras que decorrem na Praça de Espanha, as quais foram apontadas como a causa do desabamento.

Devido à interrupção de um troço da Linha Azul, a manhã tem sido marcada por alguma confusão com autocarros cheios e passageiros a tentarem encontrar alternativa.

Em comunicado, a Carris informou que "no seguimento da interrupção de circulação do Metropolitano de Lisboa, no troço Marquês de Pombal - Laranjeiras da Linha Azul", a empresa reforçou as carreiras 746 e 726.

Na altura do acidente, cerca das 14h30, estavam cerca de 300 pessoas na composição que passava no local.

Tal como tinha sido já referido na terça-feira, o presidente do conselho de administração do Metro disse que se tratou de um incidente de obra e que já foi levantado um inquérito para apurar as causas do desabamento.

“Acontece. A primeira coisa é tratar das pessoas - felizmente tivemos apenas quatro pessoas com ferimentos ligeiros - e depois é tratar da solução”, disse.

Na terça-feira, no local do desabamento, o vereador com o pelouro da Proteção Civil, Carlos Castro, indicou que se tratou de "um incidente decorrente da obra" de requalificação que está em curso na Praça de Espanha, adjudicada pelo município.

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