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CP tem novos horários. Saiba o que muda

06 ago, 2018 - 11:07

Alterações entraram em vigor no domingo.

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Já estão em vigor os novos horários dos comboios da CP. As linhas de Cascais, de Sintra, do Norte e do Oeste são as mais afetadas.

No site da CP, já é possível consultar os novos horários. Contudo, a empresa garante que as mudanças são temporárias.

Eis as principais alterações:

Linha de Cascais

Os comboios entre Cais do Sodré-Cascais e Cascais-Oeiras vão passar a circular, em hora de ponta, com um intervalo de 15 em vez dos atuais 12 minutos. Fora da hora de ponta mantém-se a atual cadência, de 20 em 20 minutos.

Linha de Sintra

Em hora de ponta, os comboios com partida e destino à estação Lisboa–Rossio, vão circular de 15 em 15 minutos, enquanto atualmente esse espaçamento é de 10 minutos.

Linha do Norte

A alteração mais significativa verifica-se nos horários de comboios de longo curso. É suprimido o primeiro Alfa Pendular do dia entre Lisboa e Porto. A primeira ligação diária passa a ser realizada em Intercidades, com partida de Lisboa às 6h30.

Linha do Oeste

Passam a circular apenas 24 comboios por dia. Há seis ligações (três por sentido) entre Coimbra B e Amieira e igual número entre Amieira e Caldas da Rainha; quatro ligações (duas por sentido) entre Caldas da Rainha e Lisboa-Santa Apolónia e, finalmente, oito ligações (quatro por sentido) entre Caldas da Rainha-Torres Vedras-Meleças, com ligações asseguradas a Lisboa pelos serviços urbanos.

Comentários
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  • Anonimo
    08 ago, 2018 12:53
    Infelizmente este é mais um caso em que um bom jornalismo tinha dado jeito. Para informar atempadamente o público. A degradação dos serviços da CP (em conjunto com a REFER) tem sido uma constante, de há anos para cá. O Governo actual pode bem queixar-se do anterior, com razão, mas na realidade nada fez para alterar a situação. Já em 2015 a então Direcção da CP alertava para a falta de material circulante, o que se agravaria com a crescente (entretanto real, fruto do turismo mas também do aumento do preço da gasolina e dos estacionamentos) procura. Nada se fez. Sim, estamos hoje a pagar anos de aposta na rede rodoviária e desleixo na ferroviária. Mas cabe ao actual Governo (e ao que sucederá) corrigir. Haverá ou não aposta real na ferrovia? O que vemos são promessas vãs e remendos. E não venham com TGV, um país que nem consegue tirar máximo rendimento do seu Longo Curso não precisa de TGV. Precisa é de investir forte na ligação rápida entre as maiores cidades do país, Interior incluído, em articulação com redes regionais e urbanas. Os que falam em "queixinhas" e casos pontuais... o preço dos bilhetes aumenta a cada ano, e o serviço piora. Menos comboios, atrasos constantes, as condições de higiene e logística deixam muito a desejar. O próprio serviço de atendimento da CP é uma vergonha. Relembrar que, quando se compraram os pendolinos, o objectivo era o de fazer Lisboa-Porto em cerca de duas horas. Onde vai esse objectivo...
  • Ana Alves
    08 ago, 2018 Oeiras 08:19
    Na segunda-feira, um comboio entre Cais do Sodré e Cascais que deveria parar em todas as estações, no período das 9h da manhã, não passou, e as pessoas em Algés ficaram apeadas por dez minutos, com risco de chegarem atrasadas ao local de trabalho. Sim, porque há pessoas que trabalham em Agosto. Em contrapartida, as brincadeiras dos chicos-espertos que passam à vontade nos pórticos sem pagar bilhete essas nunca se atrasam. E não há maneira de alguém fiscalizar ou multar. A CP anda mesmo a funcionar bem!
  • António dos Santos
    07 ago, 2018 22:44
    O que o governo tem de fazer, de imediato é por na rua a administração e quadros superiores na rua, pois estão a rebentar com a CP, isto é,roubar os portugueses. Isto aplica-se às empresas da sua órbita. Tudo isto, porque as administrações e quadros superiores, são escolhidos, por partidarite, isto é, não é por competência. De seguida privatizem as empresas, com um acordo sério e não como as PPP.
  • Anonimo
    06 ago, 2018 16:12
    Obrigado CP. Eu até usava diariamente o comboio suprimido para me deslocar para o emprego. Ponto da situação: viatura própria, paga gasolina (cara), estacionamento (caro), leva com filas de trânsito e faz poluição. Transporte ferroviário: não há. Está bom para ficar em casa a receber o subsídio, isto de trabalhar começa a dar demasiado trabalho

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