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Rússia abateu drones ucranianos perto da Crimeia e na região de Kursk

04 set, 2023 - 03:50 • Lusa

A Ucrânia tem intensificado os ataques com drones contra território russo.

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A Rússia disse ter abatido, esta madrugada, um drone ucraniano na península anexada da Crimeia, bem como uma segunda aeronave não tripulada na região russa de Kursk, junto à fronteira com a Ucrânia.

Drones ucranianos “foram destruídos no ar sobre o Mar Negro, perto da península da Crimeia e sobre o território da região de Kursk, pelos sistemas de defesa aérea em serviço", comunicou o Ministério da Defesa russo.

Numa nota publicada na plataforma de mensagens Telegram, o ministério disse que os dois ataques aconteceram por volta das 01h00 (23h00 de domingo em Lisboa).

O governador da região de Kursk, Roman Starovoyt, anunciou na sexta-feira que “dois drones ucranianos” tinham como alvo a cidade de Kurchatov, danificando um edifício administrativo e um edifício residencial.

No domingo, a Marinha ucraniana disse que seis soldados russos morreram num ataque contra um barco-patrulha militar da Rússia quando este realizava uma operação de desembarque no noroeste do Mar Negro.

“Seis ocupantes (...) morreram e mais dois (...) ficaram feridos”, disse a Marinha ucraniana em comunicado, acompanhado de um vídeo onde se vê os militares russos a saltar do barco para descarregar material, possivelmente armas, quando ocorre uma grande explosão.

A Ucrânia tem intensificado os ataques no Mar Negro e na Crimeia com recurso sobretudo a ‘drones’, que já provocaram danos severos, como no navio de guerra russo Olenogorsky Gornyak e na ponte Kerch, que liga a península ao território continental da Rússia.

A Rússia afirmou ter abatido no sábado três drones navais ucranianos no Mar Negro que tinham como alvo a ponte Kerch, uma estrutura estratégica já atingida no verão.

No domingo à noite, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou que iria substituir Reznikov por Rustem Umerov, um proeminente líder da comunidade tártara da Crimeia que tem representado Kiev em negociações sensíveis com Moscovo.

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