Tempo
|
Tudo o que precisa de saber sobre o Mundial 2022 Últimas Notícias Mundial 2022
Tudo o que precisa de saber sobre o Mundial 2022 Últimas Notícias Mundial 2022
Tudo o que precisa de saber sobre o Mundial 2022 Últimas Notícias Mundial 2022
A+ / A-

Ucrânia avança oficialmente com pedido de adesão à NATO

30 set, 2022 - 15:31 • Rosário Silva

Informação avançada pelo Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, no dia em que a Rússia confirmou a anexação de 15% do território da Ucrânia.

A+ / A-

O anúncio do Presidente ucraniano de que o país vai apresentar a sua candidatura formal para adesão à NATO, acontece esta sexta-feira, precisamente, no dia em que o Presidente russo, Vladimir Putin formalizou a anexação das quatro regiões ucranianas que foram a referendo e que representam 15% do território da Ucrânia.

Numa publicação no Telegram, Volodymyr Zelensky considerou que a Ucrânia “já está de facto na NATO”.

O Presidente sublinhou que a importância da entreajuda ao escrever: “Confiamos uns nos outros, ajudamo-nos uns aos outros e protegemo-nos uns aos outros. Esta é a nossa Aliança. Hoje, a Ucrânia candidata-se para torná-lo de direito”.

“Provámos a nossa compatibilidade com os padrões da Aliança”, por isso “estamos a dar um passo decisivo ao assumir este pedido de adesão acelerada da Ucrânia à NATO", mencionou.

Recorde-se que em março deste ano, numa entrevista televisiva, o Presidente Volodymyr Zelensky, afirmou ia insistir na adesão da Ucrânia à NATO, de resto, uma das questões que motivaram oficialmente a invasão russa.

"Quanto à NATO, moderei a minha posição sobre esta questão há algum tempo, quando percebi que a NATO não estava pronta para aceitar a Ucrânia", disse o líder ucraniano.

"A Aliança tem medo de tudo o que seja controverso e de um confronto com a Rússia", explicou Zelensky, acrescentando que não quer ser o Presidente de um "país que implora de joelhos" por uma adesão à NATO.

Seis meses depois destas declarações, Zelensky reverte a posição e anuncia "adesão acelerada da Ucrânia à NATO",

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

  • Digo
    01 out, 2022 Eu 11:55
    Penso que é mais uma declaração para "estragar a festa" ao Putin, que uma intenção declarada. A Guerra teria de terminar primeiro, pois a entrada de um País em guerra na NATO, além de proibido pelos estatutos, levava automaticamente à declaração de guerra, da NATO à Rússia. E agora que a Ucrânia até está a ganhar, e tenciona prolongar a ofensiva para as regiões anexadas sem medo das ameaças nucleares da Rússia, não me parece que Zelensky aceite uma "Paz Pôdre" em que teria de desistir de território Ucraniano, só para uma integração na NATO que apesar da Paz, até podia não acontecer. Zelensky vai fazer a Ucrânia entrar na UE e isso já lhe dá garantias de receber armamento e apoios em caso de invasão e até pode vir a efetuar exercícios militares conjuntos com tropas NATO junto à fronteira, o que vai por a Rússia em brasa. Mas duvido que passe daí.
  • Cidadao
    30 set, 2022 Lisboa 15:48
    E faz muito bem em pedir a adesão formal, embora eu duvide que esta venha a ser aceite, pois se a guerra continuar e a NATO aceitasse a adesão, isso significaria a declaração de guerra à Rússia, ou seja, a III Guerra Mundial. a candidatura só terá hipóteses de ser aceite em caso de suspensão das hostilidades e mesmo aí... Mas uma coisa é certa: o "não-pedido" era em caso de não haver invasão. Agora que houve, a Ucrânia pode e deve pedir a adesão, embora para ela fosse mais conveniente o aumento dos envios de armas, que um pedido que vai levar anos e anos a ser deferido. Ou não.
  • Cidadao
    30 set, 2022 Lisboa 15:48
    E faz muito bem em pedir a adesão formal, embora eu duvide que esta venha a ser aceite, pois se a guerra continuar e a NATO aceitasse a adesão, isso significaria a declaração de guerra à Rússia, ou seja, a III Guerra Mundial. a candidatura só terá hipóteses de ser aceite em caso de suspensão das hostilidades e mesmo aí... Mas uma coisa é certa: o "não-pedido" era em caso de não haver invasão. Agora que houve, a Ucrânia pode e deve pedir a adesão, embora para ela fosse mais conveniente o aumento dos envios de armas, que um pedido que vai levar anos e anos a ser deferido. Ou não.
  • Cidadao
    30 set, 2022 Lisboa 15:48
    E faz muito bem em pedir a adesão formal, embora eu duvide que esta venha a ser aceite, pois se a guerra continuar e a NATO aceitasse a adesão, isso significaria a declaração de guerra à Rússia, ou seja, a III Guerra Mundial. a candidatura só terá hipóteses de ser aceite em caso de suspensão das hostilidades e mesmo aí... Mas uma coisa é certa: o "não-pedido" era em caso de não haver invasão. Agora que houve, a Ucrânia pode e deve pedir a adesão, embora para ela fosse mais conveniente o aumento dos envios de armas, que um pedido que vai levar anos e anos a ser deferido. Ou não.

Destaques V+