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Embaixada de Portugal não pode proteger luso-russos de mobilização para a guerra

28 set, 2022 - 16:32 • Hugo Monteiro , Rosário Silva

Em caso de mobilização para a guerra, os portugueses com dupla nacionalidade não podem invocar essa condição, por não ser reconhecida pela Rússia.

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Os cidadãos nacionais residentes na Rússia que tenham dupla nacionalidade não podem ser protegidos pela embaixada portuguesa, caso sejam mobilizados para a guerra na Ucrânia.

A mensagem consta de um aviso, com algumas recomendações, publicado no Portal das Comunidades Portuguesas, do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).

“Alerta-se que os duplos nacionais luso-russos são considerados, pelas autoridades russas, apenas como cidadãos russos. Assim, na eventualidade de serem mobilizados, não poderão solicitar proteção consular junto da Embaixada, invocando dupla nacionalidade, por esta não ser reconhecida na Rússia”, alerta o esclarecimento.

A 21 de setembro de 2022, as autoridades russas decretaram uma mobilização militar, com efeitos imediatos e, avisa o ministério, “desde aquela data, as saídas da Rússia por via terrestre e aérea encontram-se sobrecarregadas e estão sujeitas a controlo acrescido nas fronteiras”.

O MNE adverte, por um lado, que “sejam evitadas deslocações à Rússia”, e por outro lado, “que cidadãos nacionais que se encontram no país, por razões não essenciais, ponderem sair pelas alternativas disponíveis”.

O Portal das Comunidades Portuguesas apresenta ainda informações com conselhos para quem viaja para a Rússia, que a Renascença disponibiliza aqui.

[título atualizado às 17h45]

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